Arquivo mensal: January 2016

Roteiro Completo – Austrália e Nova Zelândia

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Já fazia um tempo que a Austrália e Nova Zelândia eram destinos que tinha muita vontade de conhecer! Suas praias, as paisagens que lembram cenários de filme e as diversas atrações eram algumas das coisas que faziam parte do meu imaginário. No entanto, tinha em mente que para visitar esses destinos precisaria de tempo – afinal, só para chegar lá demora quase dois dias e bastante disposição para o planejamento! O jeito foi organizar a viagem para um período que conseguiria ficar mais tempo fora (recesso do fim do no + férias) e, por sorte, a melhor época para visitar o destino: verão. Hoje vou mostrar para vocês como foi a organização do meu roteiro, uma visão geral de todas as etapas. E nos próximos posts da série Austrália & Nova Zelândia, comento sobre cada cidade que visitamos. 

O primeiro passo foi encontrar a  passagem! Costumo dizer que o indicado é desenhar primeiro o roteiro e depois comprar a passagem, mas essa regra se aplica a viagens para Europa por conta das inúmeras possibilidades de aeroportos de entrada e saída. No caso da Austrália e Nova Zelândia, o desafio era encontrar uma passagem com um bom preço por conta da alta temporada (verão!) e com a chegada em Sydney para o ano novo! Existem duas rotas mais comuns para chegar até lá saindo do Brasil: a primeira é com escala em Santiago (Chile) operado pela cia aérea Lan Chile + Qantas e, a outra opção, é com escala em Joanesburgo (África do Sul) operado pela South African Airways. Em ambos, o trajeto tem uma duração, média, de 19hs com uma conexão bem rápida para a troca da aeronave. Em nosso caso, encontramos um melhor custo benefício na passagem da Lan + Qantas e a possibilidade de retornar por Auckland – excluindo o gasto com uma diária de hotel e mais um voo para Sydney no último dia. A passagem foi comprada com 5 meses de antecedência (sim, bastante tempo!) e começamos a monitorar os preços no Kayak (olhem só esse post com dicas AQUI) no mês anterior da compra. Uma dica é ter alertas de promoção cadastrados no e-mail e comprar a passagem direto pelo site da companhia aérea (em nosso caso, a Qantas) para ter todos os benefícios caso precise alterar ou cancelar.

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O segundo passo foi solicitar o visto australiano! Sim, antes de começar a pesquisar o roteiro e reservar os hotéis fizemos todo o trâmite para obtenção do visto de turismo. Já havia lido em alguns blogs que o processo era “chatinho” por conta de uma longa e rigorosa lista de documentos, no entanto foi mais tranquilo que o visto americano. Resumindo o processo: fizemos o cadastro pelo site do Departamento de Imigração (aqui) que esta todo em inglês, anexamos uma cópia de todos os documentos necessários (certidão de nascimento, passaporte válido pelo período da estadia, foto 3×4 e dispensa de serviço militar para homens) e pagamos a taxa online (valor por pessoa 130 dólares). Após esse procedimento, recebemos em 10 dias uma carta de notificação por e-mail que explicava tudo sobre o visto, tal como tempo de validade e requerimentos para a entrada na Austrália. Imprimimos essa carta e apresentamos no momento do check-in no Brasil e na imigração na Austrália quando recebemos o carimbo no passaporte com o visto de visitante (subclasse 600). Assim como em outros lugares, os oficiais na imigração fizeram algumas perguntas básicas como: onde mora? trabalho? quantidade de dinheiro trouxe para o país?, mas tudo bem rápido e sem dor de cabeça. Lembrando que o visto australiano não é impresso ou etiquetado no passaporte, toda a confirmação para a entrada no país é feita eletronicamente. Já para a Nova Zelândia não precisamos obter o visto com antecedência, pois o país não exige o visto de brasileiros que ficarão por até 90 dias no país. ótimo! 

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O terceiro passo foi definir o roteiro! Começamos a planejar o itinerário com (mais ou menos) quatro meses de antecedência, logo depois da compra da passagem e confirmação do visto. Foi nesse momento que reservamos todos os hotéis, pesquisamos&compramos os voos internos e definimos os transportes. Claro que tudo isso tudo foi feito após pesquisar bastante informação em blogs especializados e em guias dos destinos. Essas foram algumas dicas que ajudaram a montar o roteiro:

  • A Austrália é um país muito grande e, precisaria de muito tempo para explorá-la de carro. Por isso, descartamos essa opção e definimos que o transporte interno seria o avião. No caso da Nova Zelândia, o carro se encaixou perfeitamente no roteiro, por ser um país bem menor, com ótimas estradas e curtas distancias entre as cidades.
  • Vale ter em mente que 15 dias é o tempo mínimo para explorar a Austrália. Se você esta indo pela primeira vez ao país, pense em um roteiro com 3 bases: Sydney (5 dias), Melbourne (4 dias) e as melhores praias da Costa Leste (6 dias). Como as viagens dentro da Austrália são longas, programe bem seus deslocamentos para não perder tempo e economizar dinheiro. E, claro: não tente conhecer tudo de uma vez.
  • Para explorar a Barreira de corais (uma das principais atrações da Austrália) vale montar a base em Cairns (cidade que fica próxima do inicio da barreira de corais), em Gold Coast (lugar com algumas das praias mais populares do estado de Queensland), Airlie Beach (cidade portuária de onde partem os passeios de barco que ficam 2 ou 3 dias rodando pela barreira de corais) ou Hamilton Island (ilha resort que fica a 2hs de barco da Barreira de Corais). Ufa! falei que não era fácil a decisão.
  • Na Nova Zelândia, pense em chegar por um ponto da ilha norte ou sul e retornar por outro da ilha norte ou sul. Por ex, chegamos por Queenstown (sul) e voltamos por Auckland (norte). Caso você tenha poucos dias e só tem interesse em explorar a ilha sul: chegue por Queenstown e retorne por Wellington (capital). O caminho entre os pontos pode ser explorado de carro (só uma uma ressalva: a mão é inglesa, o que não é fácil para quem não está acostumado) ou a bordo do Kiwi Experience (comentei sobre esse ônibus de turismo lá no Instagram!).
  • A Austrália é um país caro, por isso pense em alternativas de hospedagem (por ex: apartamentos! O site StayZ tem uma ótima seleção com bons reviews!) e planeje gastar ao menos AU$150/dia. Café da manhã geralmente não é oferecido na diária, então no primeiro dia faça uma compra no supermercado. 
Após essas dicas, o nosso roteiro ficou da seguinte forma: 24 dias/ 22 noites de viagem divididos em 5 bases.
  • 27/Dez – Saída Guarulhos – Sydney 
  • 28/Dez – 02/Jan – Sydney (5 noites)

Ficamos os primeiros cinco dias da viagem em Sydney – a cidade mais populosa da Austrália. Foi lá o período mais “complicado” por conta da adaptação do fuso. Acordávamos todos os dias bem cedo, por volta das 06AM, e a tarde batia um sono de outro mundo (essa foi a melhor expressão que encontrei rss). Por sorte, já tinha aprendido a lição na Ásia e montei uma programação bem leve para os primeiros dias da viagem. Em Sydney, como era altíssima temporada e semana do ano novo os hotéis estavam (praticamente) com os valores dobrados das diárias! Mesmo iniciando a pesquisa com 4 meses de antecedência, o Booking apresentava preços muito fora do que pretendíamos gastar. A alternativa foi buscar apartamentos, depois de ler ótimas avaliações no Tripadvisor. A rede de apart-hotéis Meriton Serviced Apartments possui diversas unidades em Sydney e acabamos escolhendo o apartamento localizado na Pitt Street (famosa rua de compras). A escolha não poderia ter sido melhor! O apto tinha uma ótima infraestrutura com quarto + sala e cozinha integrada + lavanderia fechada, além de Wi-fii gratuito. O valor das diárias já foi debitado no ato da reserva e, assim que chegamos, não precisamos pagar mais nada. O apto possui uma excelente localização: a poucos passos de duas estações de metro (Museum e Taylor Hill) e ao lado de uma Seven Eleven e mercado. 

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Em Sydney não alugamos carro e exploramos toda a cidade de transporte público: metro, ônibus e ferrie. A rede de transporte é enorme, funciona de maneira integrada e é uma forma de deslocamento perfeita para quem está por alguns dias na cidade! Assim que chegamos no aeroporto já compramos o Opal Card – um cartão pré-pago que funciona em todos os transportes e é abastecido por crédito. Toda a vez que utiliza o transporte, o valor da passagem é descontado do crédito do cartão. A cada entrada e saída do veículo é necessário tocar o Opal Card em um sensor, pois é dessa maneira que é feito o cálculo do valor a ser pago. Nós compramos o cartão e colocamos 40 AUD de crédito, pois o valor do aeroporto até a estação próxima ao hotel é 21 AUD e o restante foi utilizado durante os nossos dias por lá. 

  • 02/Jan – 06/Jan – Hamilton Island (4 noites)

Após cinco noites em Sydney, voamos para Hamilton Island com a cia aérea Jetstar para conhecer a Grande Barreira de Corais (só um parenteses: todas as passagens internas nós compramos pelo site Skyscanner. Quem me acompanha desde o começo do blog, sabe que é regra por aqui: sempre faço a primeira cotação por esse site e vejo qual cia aérea tem o melhor valor, depois fecho direto pelo site da cia aérea!). O voo foi super tranquilo e em apenas 2h30min pousamos na ilha que fica ao lado da barreira e da famosa praia de Whitehaven. Comentei aqui em cima que haviam diversas opção de “base” para explorar as praias da costa leste e barreira de corais, mas acabamos escolhendo Hamilton Island. A ilha “resort” ficou conhecida mundialmente por oferecer o melhor emprego do mundo. A ideia era divulgar a ilha e oferecer ao felizardo o cargo de zelador da ilha durante seis meses! Mas como nem tudo são flores e algumas vezes acabamos errando na escolha do destino, esse foi o lugar que menos gostamos do roteiro. Poderia falar para vocês que é lindo, maravilhoso e um ótimo lugar para descansar – de fato isso é mesmo, no entanto a proposta resort deixou a desejar. Como a ilha é de um único dono (por isso considerada um resort) os preços praticados são um absurdo, os passeios são oferecidos por uma única agência de turismo (imaginem os preços!) e a comida deixou a desejar. Nós ficamos no aparthotel Whitsundays (considerado a opção mais barata da ilha), mas mesmo assim era uma opção muito cara! Por fim, acabamos fazendo só um passeio que gostamos – o sobrevoou pela grande barreira de corais, pois o passeio de barco para mergulho foi cancelado. Sim, esse espaço também é para compartilhar o que não dá certo no roteiro e é assim que aprendemos para a próxima viagem ;)

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  • 06/Jan – 10/Jan – Melbourne (4 noites)

Após quatro noites em Hamilton Island, voamos para Melbourne com a cia Jetstar (low cost da Qantas). O voo teve duração de três horas e mais uma vez não tivemos nenhum problema com a companhia aérea. Melbourne foi um dos lugares mais surpreendentes do roteiro! A capital cultural da Austrália possui ótimos restaurantes, hotéis, shows e espetáculos, além disso, uma atmosfera muito convidativa ao viajante! Nós ficamos quatro noites na cidade e ficamos hospedados no Park Hyatt. Diferente de Sydney, encontramos opções de hotéis mais baratos em Melbourne, por isso optamos em ficar em um hotel. Essa é uma região que vale a pena ficar hospedado, pois esta a poucos passos da Federation Square (praça principal).

Para explorar os arredores da cidade: Mornington Península e 12 apóstolos, alugamos um carro nas últimas duas noites – deixando os primeiros dias para explorar o centro a pé. Já efetuamos a reserva no Brasil e, como sempre digo por aqui, fizemos uma simulação dos preços no site do Rental Cars e fechamos com a Avis – empresa que ofereceu o melhor custo benefício.  

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  • 10/Jan – 16/Jan – Queenstown (5 noites)

Finalmente chegamos na Nova Zelândia e começamos por um dos lugares mais fascinantes da viagem: Queenstown. Nesse trecho, optamos em voar com a cia aérea Air New Zealand (melhor preço encontrado) e ficamos impressionados com a praticidade do check-in: tudo realizado por máquinas, desde a emissão dos bilhetes, tarja da mala ao despacho das bagagens! Rápido, prático e sem complicação.

Começamos o roteiro pela ilha Sul e ficamos cinco noites em uma única base: Queenstown. A cidade é muito bem localizada e a poucos quilômetros de várias atrações. Para ter mais liberdade, alugamos um carro logo no aeroporto com a cia local Go Rentals e mais uma vez foi uma ótima surpresa. O trâmite para retirar o carro foi muito simples e encontramos um ótimo custo benefício: 280 NZD (dólar neozelandês) para as cinco noites. Em Queenstown optamos em ficar no Hilton Resort & Spa – hotel localizado a 10 minutos de carro do centro e com vista para o incrível lago Wakatipu (que banha toda a cidade). No entanto, existem outras opções bem próximas ao centro, como o The Rees Hotel, Rydges ou Azur, mas por incrível que pareça todos já estavam esgotados. 

Em Queenstown deixamos a programação pré-organizada, ou seja, a ideia do que fazer em cada dia, mas sem reservas! Assim que chegamos no aeroporto, paramos no centro do visitante e pegamos todos os folhetos, voucher e afins com dicas das atrações da cidade. Pesquisamos as melhores empresas e o concierge do hotel efetuou todas as reservas. Também fizemos isso por conta da condição climática! Por ex, como reservar o passeio aos fiordes sem ter ideia da previsão do tempo? Ou fechar o bungy jump em um dia de chuva? No fim, valeu a pena e, como os preços são tabelados, acabamos pagando a mesma coisa. Vou compartilhar tudo que fizemos em Queenstown em breve em outro post ;) 

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  • 16/Jan – 19/Jan – Auckland (3 noites)

Por fim, os nossos últimos dias da viagem foram em Auckland – a principal cidade da ilha norte. Alugamos um carro assim que saímos do aeroporto e entregamos no dia do retorno ao Brasil. Ficamos hospedados em um hotel casino bem no centro da cidade, ao lado da Sky tower e principais restaurantes. Em Auckland, fizemos mais um vez o esquema bate e voltas! No primeiro dia conhecemos os principais pontos da cidade e nos outros dias visitamos Waiheke (a ilha com vários vinícolas) e Hobbiton (lugar que foi cenário do filme Senhor dos Anéis).  

  • 19/Jan – Retorno para o Brasil

O último passo foi reservar algumas atrações do roteiro já no Brasil para garantir a vaga e um melhor preço. Em Sydney, fechamos o passeio durante o nascer do sol na Harbour Bridge com a empresa Bridge Climb, os ingressos do espetáculo da Broadway Matilda no Ticketmaster e compramos a festa de ano novo no Opera Bar. Em Hamilton Island, já reservamos do Brasil o sobrevoo de aeromotor pela Grande Barreira de Corais e mergulho pelo site da ilha e em Melbourne reservamos a degustação na vinícola de Mornington. Outra ponto foi deixar reservado alguns restaurantes, para deixar o roteiro mais organizado!

E aí, viajantes, gostaram do primeiro post da viagem? Na próxima, compartilho várias dicas de Sydney.

PS. Bon Voyage!

 

10 lugares imperdíveis no Rio de Janeiro!

Que tal uma lista de restaurantes para a sua próxima viagem ao Rio de Janeiro? Sempre que visito a cidade, volto com uma lista de novos lugares que adorei conhecer, mas também tem uns clássicos que não abro mão de voltar! Vejam só a lista:

Irajá Gastronômico 

    Um restaurante especializado em pratos contemporâneos que já virou tradição no bairro de Humaitá. Digo isso, pois em pouquíssimo tempo, seu premiado chef, Pedro de Artagão, já abriu três casas no Rio de Janeiro e é figura estrelada no circuito gastronômico carioca. Na minha opinião o Irajá é um dos melhores restaurantes da cidade! Seu cardápio é repleto de boas combinações e possui uma grande influência da culinária brasileira. Vale provar o pão de queijo de tapioca, o peixe na brasa e claro, não pode sair de lá sem experimentar a sobremesa mais famosa do lugar: bolo de brigadeiro (quentinho!) que vem com uma calda de leite de baunilha. Sem igual!

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Endereço: Rua Conde de Irajá, 109 – Botafogo 

Formidable Bistrot

Do mesmo dono do Irajá, o Formidable Bistrot é um simpático bistrot com autênticos pratos franceses. A casa é pequena (possui apenas 32 mesas) e tem alguns elementos importados com muita autenticidade: o cardápio descrito em um quadro negro na parede, uma ótima seleção de vinhos e água com um valor praticamente simbólico. O bacana é o conceito de pratos poderosos com um preço mais moderados do que os praticados em grandes restaurantes!

Endereço: Rua João Lira, 148 – Leblon

Zaza Bistro (Ipanema) 
A inspiração culinária vem de viagens que os proprietários fazem pelo mundo, buscando aromas e sabores que combinem com o clima tropical, sempre que possível usando alimentos orgânico. Seu ambiente é lindo, com muitos elementos de uma casa francesa e toques cariocas. A casa é pequena e super concorrida em qualquer horário do dia: seja na saída da praia ou no jantar. Uma dica para o pedido? Experimente a salada de quinoa com frango, rúcula e amêndoas tostadas (uma delícia!) e de sobremesa o Carpaccio de Banana Brûleé com creme de ovos moles, canela e sorvete de creme. 
Endereço: Rua Joana Angelica, 40, Rio de Janeiro- RJ
Brigite’s (Fica na Dias Ferreira)
Esse restaurantes é a cara do RJ! Ambiente lindo, com pratos leves e saborosos. Localizado na badalada Dias Ferreira, o local funciona durante o almoço (menu executivo) e jantar. Por lá é possível encontrar de tudo no cardápio: carne, peixe, frango, frutos do mar, risotto, saladas – com ótima qualidade. 
Endereço: Rua Dias Ferreira, 247-A – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
CT BOUCHERIE
Um clássico carioca e considerado o acougue chique da família Troigois. Considerado um dos melhores restaurantes de carne do Rio, seu cardápio funciona da seguinte forma: escolhe um corte de carne de boi, costeletas de cordeiro, magret de pato ou peixe (salmão grelhado e do dia) ou o prato do dia, e os acompanhamentos são servidos em sistema de rodízio. Esses são bem variados: os clássicos purê de batata, legumes salteados na manteiga e pupunha, alem de algumas criações como purê de maca com maracujá e purê de polenta com agrião. Tudo saboroso!
Endereço: Rua Dias Ferreira 636 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
Roberta Sudbrack’s
Aclamada como a melhor cozinheira do Brasil, Roberta Sucback é a chef criativa por trás do restaurante contemporâneo que leva o próprio nome. Para jantar no local é preciso fazer uma reserva com antecedência e escolher umas das três opções do menu-degustação: nove pratos (R$330), cinco pratos (R$260) e três pratos (R$195) (o que muda entre é a quantidade de entradas.). Suas criações fazem uma releitura de pratos típicos das principais regiões do Brasil e proporcionam uma verdadeira experiencia gastronômica. O que muda entre é a quantidade de entradas. Mas desde de Dezembro do ano passado, a chef-celebridade possui outro endereço na cidade: Bar da Roberta – um foodtruck localizado na Rua Tubira, conhecida como “Rua das Oficinas”, que oferece sanduíches (como o de pastrami com queijo de Gravatá) e o famoso suddog (cachorro-quente que é marca registrada da chef). 
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Endereço restaurante: Rua Lineu de Paula Machado 916, Rio de Janeiro – RJ
Endereço Foodtruck: Rua Tubira 8/loja A – Leblon
BRASEIRO DA GÁVEA
Um dos clássicos cariocas localizado no baixo Gávea. Esse restaurante vive lotado, o ambiente é simples, possui poucas opções de pratos no cardápio, mas a comida caseira é uma delicia! Visitamos recentemente (depois da reforma que deixou fechado por 3 meses) e fomos surpreendidos pela qualidade dos pratos. A pedida é sempre a mesma: arroz de brócoli, farofa, batata frita e picanha! Não posso esquecer do chopinho Brahma bem tirado para acompanhar. 
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Endereço: Praça Santos Dumont, 116, Rio de Janeiro – RJ
Yume
O Sushi Leblon é um dos clássicos restaurante de comida japonês no RJ, mas para quem quer incluir uma outra opção no circuito gastronômico, vale conhecer o YUME no jardim Botânico. O local possui poucas mesas, ambiente tradicional com toque moderno e o menu é apenas a la carte. Além do básico: salmão, atum e peixe branco, o YUME sempre tem peixes diferentes em seu cardápio que vale experimentar. 
Endereço: Rua Pacheco Leao, 758, Rio de Janeiro – RJ
Aprazível

O Aprazível é daqueles restaurantes bons para ir no fim de semana com a família, depois de um passeio pelo gostoso bairro de Santa Tereza. O ambiente é bem acolhedor, com mesas distribuídas por um belo pátio com vista para a cidade. Você tem a sensação de estar no quintal de uma gostosa casa. A comida é bem brasileira e farta. A galinhada agrada a gregos, troianos e crianças. Uma delícia de lugar. Em dias quentes, pode fazer muito calor, pois não tem ar condicionado.

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Endereço: R. Aprazível, 62 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ 

QUITÉRIA

Uma das novidades em Ipanema e que já conquistou pelo autentico paladar! Localizado no térreo do Hotel Ipanema Inn a poucos passos da praia, o lugar chama atenção pelo ambiente clean e sofisticado. Comandado pelo chef argentino Christian Garcia, o cardápio é elaborado com ingredientes frescos e combinações inusitadas, e a cozinha aberta permite que a gente veja toda a preparação dos pratos. O lugar fica aberto no café da manha, almoço e no jantar funciona com um menu degustação.

Endereço: Rua Maria Quitéria, 27 | Ipanema Inn, Rio de Janeiro – RJ

Empório Jardim
Uma graça de lugar no Jardim Botânico sob o comando da chef Iona Rothstein, que passou por importantes casas do Rio, como Quadrucci e Le Pré Catelan, e se especializou em pão no The French Culinary Institute, em Nova York. O café da manhã é bem variado, desde a típica tapioca ao ousados ovos marroquinos. Clique aqui para ler mais.
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No próximo post: dicas dos melhores bares cariocas! Que tal alguns nomes da lista?
Aconchego Carioca 
Braseiro da Gávea 
Bar da Urca 
Jardim Royal (Hotel Casa Amarelo) Santa Tereza
Cafecito (bairro Santa Tereza)
Q Gastrobar
PS. Bon Voyage!