Arquivo mensal: February 2016

Destinos italianos – Cinque Terre

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Ahh la bella Itália, um destino que encanta os turistas com suas belas paisagens, sua riqueza cultural e, claro, sua deliciosa gastronomia! Nós somos apaixonados por esse pedacinho da Europa e aqui no blog já dividimos com vocês diversos posts das nossas viagens para lá! (veja mais: Veneza, Verona, 10 vilarejos supreendentes, Lago di Garda, Lago di Como, Taormina, Panarea e Favignana). O mais interessante é que a Itália pode ser visitada em qualquer época do ano, pois possui ótimas atrações em ambas estações. Por ex: durante os meses mais quentes, cidades como Capri, a região da Costa Amalfitana, Isola dei Conigli, a ilha da Sardenha, a Cinque Terre, a bela Taormina e as ilhas eólicas na Sicília são destinos que oferecem o pacote formado por belas praias do mediterrâneo + vilarejos charmosos . Nos meses mais frios, a Toscana, Florença, Veneza, Roma, a região da Puglia (Alberobello), Milão e as Dolomites tornam-se encantadoras e são uma ótima pedida. Hoje vou compartilhar por aqui dicas de um lugar maravilhoso: Cinque Terre!

                  # Como chegar #

Localizado a cem quilômetros de Gênova, entre Levanto e La Spezia, está um dos tesouros da Itália – Cinque Terre. Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore são os cinco povoados medievais, todos destinos românticos por excelência, localizados dentro de um parque nacional considerado patrimônio mundial da UNESCO. Sendo assim, seu cenário é único, pois os vilarejos estão situados sobre falésias à beira do mar e todos são conectados por uma triha ecológica de 12km repleta de subidas e descidas pelas montanhas. Cada vilarejo tem uma característica, mas todos são abastecidos por uma grande variedade de hotéis, restaurantes e bares. 

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[MEIO DE TRANSPORTE]

/// TREM

A maneira mais fácil de chegar a região da Cinque Terre é de trem, pois o uso de carro não é permitido no centro dos vilarejos. A região é abastecida por ótimas estações de trem e esta localizada a cem quilômetros de Genova, entre Levanto e La Spezia. Uma opção para quem se hospeda dentro do parque nacional é pegar um trem na estação Santa Marguerita Ligure, localizada a 30 minutos do centro de Genova, e descer em Monterosso Al Mare – vilarejo situado na extremidade norte do parque. No entanto, para quem não pretende se hospedar em uma das “terre” uma opção é chegar por La Spezia – cidade localizada a meia hora de trem de Riomaggiore, e ligada às Terre também por barco (via Portovenere). A cidade é simples e pouco turística, mas possui ótimas opções de hotéis para quem não quer gastar tanto e conhecer essa região. O NH La Spezia fica no centro da cidade e próximo da estação de trem. 

/// AVIAO

O aeroporto mais próximo da Cinque Terre é o de Pisa localizado a 1h30min de trem de Monterosso Al Mare. No próprio aeroporto é possível pegar o trem, sem necessidade de baldeação. O trecho custa em média € 20 por pessoa. 

///DAY TRIP A PARTIR DE FLORENÇA OU MILAO

Nós somos do time que apoia bate e voltas a partir de um determinado ponto. No entanto, no caso da Cinque Terre não vale a pena visitar a partir de Florença ou Milão pela longa distância! A viagem de trem demora em média 2h30min por perna e, vale pensar que para conhecer essa região, é preciso separar ao menos 5 horas do dia. Conclusão? Muito esforço e cansaço para o próximo dia da viagem! 

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[COMO EXPLORAR AS CIDADES]

///TREM

Todas as “terre” possuem pequenas estações de trem em seu centro, porém o meio de transporte não é a melhor opção para explora-las. O trajeto completo de trem, parando em todas as Terre, leva 29 minutos entre La Spezia e Monterosso (a viagem expressa, sem parada intermediárias, leva menos de 15 minutos). Não é uma viagem panorâmica: o trem vai por dentro da montanha quase todo o tempo, com poucas aberturas para o mar da Ligúria. O trem deve ser usado apenas para cortar caminho — só vale mesmo a pena como ida ou volta de um percurso de barco ou a pé (trilha).

/// A PÉ

A trilha que percorre todas as Terres é conhecida como Sentiero Azzurro e possui um visual impressionante de toda a costa. Dependendo da época do ano, o trajeto pode ser muito cansativo por conta das subidas (o trecho mais difícil é Monterosso-Vernazza) e o forte sol que paira na região. Para quem tem o espirito aventureiro, a trilha tem uma duração media de 1h30minutos e o trecho mais bonito (fotografado!) é o Manarola-Riomaggiore. 

/// DE BARCO

Há barcos que funcionam entre os vilarejos, exceto para Corniglia. Essa é considerada a melhor maneira de ver a paisagem, no entanto não é a opção mais rápida ou barata. Os barcos partem de todas as “terre” e, para ter uma ideia, o valor do ticket para o dia inteiro é € 25, aos sábados e domingos € 27 e o ticket valido apenas a a tarde o “afternoon ticket” é € 17). O barco faz a rota Monterosso-Vernazza-Manarola-Riomaggiore-Portovenere (e volta). O ticket do dia inteiro (ou da tarde) dá direito a descer e reembarcar em todas as paradas. Caso você não queira ir até Portovenere, pode comprar só o ticket one-way de € 10,50 que dá direito às três paradas dentro das Terre (Vernazza, Manarola e Riomaggiore). À tarde também é possível comprar o one-way com direito a duas paradas, por € 9. Portovenere é uma vila considerada a sexta “terre” e só é acessada de barco. 

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                  # Onde se hospedar #

As Cinque Terre podem ser visitadas em um dia a partir de Spezia ou Genova pela curta distância, no entanto uma alternativa muito interessante é dormir em uma das Terre. Minha dica é que, não importa a base que você escolha, vale passar ao menos duas noites, pois desta forma é possível dedicar um dia inteiro ao passeio, sem perder tempo com deslocamento até as Terre, nem o stress de seguir viagem no mesmo dia.

Na costa entre Gênova e Monterosso há várias cidades que podem servir de base para o passeio às Cinque Terre — sempre no mesmo esquema: duas noites, chegando no fim do primeiro dia e aproveitando o segundo sem stress de precisar seguir viagem no mesmo dia. Dessas cidades também dá para dar um pulinho no outro destino cobiçadíssimo da costa lígure, Portofino. A cidade esta localizada a 1h30min de trem e possui belas praias. Um dos hotéis mais cobiçados da região é o Belmond Hotel Splendido – tradicional hotel da rede Belmond, que pertenceu a um mosteiro medieval e com apenas 67 quartos. Seu restaurante – La Terraza  é um dos mais famosos da região e une a maravilhosa gastronomia italiana à belíssima paisagem de Portofino, na Riviera Italiana. Ele está localizado no terraço do hotel e a vista privilegiada encanta a todos, pois é possível fazer as refeições admirando o azul intenso do mar da Ligúria.

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E aí, todos arrumando a mala em 3,2,1!!

PS. Bon Voyage!

Dicas Sydney

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Depois de uma super introdução sobre a nossa viagem pela Austrália & Nova Zelândia no post anterior, com um passo a passo do roteiro, dicas dos voos, hotéis e como tirar o visto de turismo (clique aqui para ler o post completo) chegou a hora de detalhar a primeira parada da viagem: a movimentada, ensolarada e agitada SYDNEY! 

Com mais de quatro milhões de visitantes por ano, a capital do estado New South Wales está no topo da lista dos viajantes que visitam a Austrália pela primeira vez. Todo esse prestígio é muito fácil de entender: a cidade é uma das mais adoráveis do planeta, com belas praias, parques arborizados, bairros charmosos e uma baía super fotogênica. Além disso, seu clima tropical proporciona mais de 340 dias de sol por ano, deixando o lugar ainda mais propicio para novas aventuras! Sim, nos morremos de amores logo que pisamos na cidade e ficamos impressionados com a sua organização (característica herdada dos colonizadores britânicos!). Passamos cinco noites no destino e hoje vou contar para vocês o que mais gostamos de conhecer:

Pense em Sydney como uma cidade com duas vertentes: a cosmopolita – com um centro financeiro agitado, arranha-céus, restaurantes especializados em culinárias de todos os cantos do mundo e uma versão praiana – com um litoral recortado por belas praias, muita natureza (leia-se verde, animais soltos, muitoooss pássaros) e pessoas caminhando calmamente pelas ruas. Sim, em Sydney é possível encontrar esses dois mundos paralelos por conta do seu tamanho! A cidade é enorme, bem espalhada, mas conectada por um excelente transporte público. Ao lado do Circular Quay – um cais central super movimentado por conta dos ferries/barcos que partem de lá para as praias e ilhas, é possível ver alguns traços da versão urbana de Sydney. E nesse ponto que esta a Sydney Harbour Bridge e o Opera House, a famosa dupla dos cartões-postais mais fotografados da cidade. Entre as duas atrações ficam bons restaurantes com vistas privilegiadas – uma boa pedida para o pit-stop do almoço ou jantar é o restaurante Quay (com uma vista linda e pratos bem elaborados!). Próximo a essa região está o charmoso The Rocks, o bairro mais antigo de Sydney que foi tolamente revitalizado. O lugar concentra ótimos restaurantes, lojas, galerias e museus, onde é possível encontrar um souvenir mais descolado ou conhecer o trabalho de artistas locais. Também é la que está o The Rocks Markets – um mercado que funciona aos sábados e domingos e uma excelente maneira de comprar artesanato, encontrar produtos exclusivos ou provar algum prato típico. A feirinha é bem completa e tem produtos como quadros, sabonetes, objetos de decoração, roupas, cosméticos, utensílios para a casa e muitas outras coisas. Uma outra feirinha que acontece em The Rocks é a The Rocks Food Market, que ao invés de oferecer artesanato, tem várias barraquinhas de comida. Para provar comida de diferentes nacionalidades, experimentar quitutes exóticos, como um churrasquinho de canguru, pode ser um passeio interessante.

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O roteiro pela área cosmopolita da cidade não fica completo sem uma parada no Darling Harbour: um espaço que reúne um mega shopping, diversos restaurantes, bares, além do Sea Life Sydney Aquarium, um aquário artificial que conta com mais de 700 espécies de animais, incluindo raias gigantes e tubarões. E não existe melhor maneira de explorar Sydney a não ser a pé! Bem próximo ao Darling Harbour está o principal centro comercial da cidade conhecido como Pitt Street Mall, uma rua só para pedestres onde é possível encontrar o famoso shopping Westfield, a linda galeria Strand Arcade, além de outras lojas de rua como  Zara, H&M, GAP, Adidas, Sephora, entre outras. Para quem gosta de loja de departamento, a David Jones é a principal rede australiana e concentra diversas marcas famosas (and luxuosas) como Celine, Louis Vuitton, Gucci, entre outros. 

Mas sabe aquele bairro que reúne as lojas mais charmosas (não tão conhecidas!) e restaurantes com carinha de antigo? Em Sydney é o Surry Hills! Repleto de adegas, pubs, bares descolados, lojas de comida gourmet, e alguns dos melhores restaurantes de Sydney. Dois restaurantes imperdíveis na região é o NOMAD com pratos extremamente criativos e o TOKO – japonês de alto nível! Além disso, a vizinhança tem uma cena artística vibrante, com muitas galerias e boutiques de arte e design. Nós amamos esses achados!

PRAIAS

As praias de Sydney são sem duvida a principal atracão no verão! Esqueça as que ficam próximas ao centro, o segredo é ir para as mais afastadas e descobrir um cenário completamente diferente. Localizada a 40 minutos do centro de Sydney, o famoso bairro Bondi (eles falam – “Bondai”) é o ponto de encontro do pessoal mais jovem e solteiro! Seu ambiente é repleto de bares, restaurantes e muitas casas noturnas que são bem frequentadas durante os dias mais quentes do ano. Um dos pontos mais fotografados de sua praia é o Bondi Icebergs Club – um clube de praia que possui uma “icônica” piscina natural que é abastecida com água do mar. O clube fica aberto ao público diariamente e o valor da entrada é de 5,00 AUD por pessoa. Outra atracão muito comum em Bondi (e na Austrália de um modo geral) são as trilhas que passam por diversos pontos do litoral. A Bondi to Coogee Coastal Walk é uma caminhada de 6 km que beira a costa entre as duas praias. O percurso é bem popular, de graça e belíssimo – dura em média 2 horas. No fim da caminhada, uma parada que vale a pena fazer é no Coogee Pavilion restaurante super charmoso com pratos pequenos e visual incrível para o pôr do sol. 

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Um pouco mais afastada, está outra famosa praia que foi a nossa favorita: Manly Beach! Para chegar até lá, saindo do Circular Quay, existem duas opções: ir de ferry comum, que dura 30 minutos o trecho e custa 12 dólares com retorno incluído (é possível pagar com o Opal Card) ou ir de ferry especial, que dura 17 minutos o trecho e custa 18 dólares com retorno incluído. A cidade de Manly (eles falam: “man-ly”) representa muito bem o lifestyle do povo australiano! Sua praia é linda, ampla, com o mar calminho e águas transparentes. Seu centro o The Corso reúne as principais lojas (leia-se uma concentração de marcas de surfistas como Billabong, Ripcurl e Quiksilver), restaurantes e bares. Para conhecer essa região não existe nenhum transporte melhor que a bicicleta e é possível alugar em qualquer loja de rua que beira a praia! Assim como em Bondi, em Manly é possível fazer a trilha Scenic Walkway – uma caminhada pelas praias mais bonitas da região (incluindo a linda e movimentada Shelly Beach) que percorre a faixa litorânea do porto até a Spit Bridge. A dica é começar o percurso bem cedo para fugir do movimento a partir das 10hs e poder tirar muitas fotos sem preocupação. O passeio em Manly fica completo com uma esticadinha até Freshwater – uma cidade linda com praia idem e repleta de bons restaurantes! A dica por lá é o café descolado Room Two Ten com uma ótima comida e preços justos.  

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ROTEIRO

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Em nosso roteiro, priorizamos os primeiros dias da viagem para uma programação mais leve por conta do fuso horário, deixando os outros dias para as praias mais afastadas. 

1º DIA: Começamos o dia com uma escalada na Sydney Harbour Bridge. Esse é um dos passeios mais tradicionais em Sydney e tem 3hs de duração. Quem organiza o tour é a empresa Bridge Climb e nós escolhemos o horário bem cedo por conta do nascer do sol. Após o tour, caminhos em volta da ponte pelo Milson’s Point e seguimos para o The Rocks. No bairro, aproveitamos para almoçar no SAKE restaurant e conhecer o museu de arte contemporânea de Sydney. No período da tarde, fizemos um Bike tour com a empresa Bonza Tours. Esse passeio de bicicleta foi uma ótima experiencia para conhecer os principais pontos da cidade de uma maneira leve (e menos cansativa!). Escolhemos o Sydney Highlights com duração de 2h30min e passamos pelo Circular Quay, Barangaroo, Darling Harbour, Chinatowm, Hyde Park e Maccquarie Point (dentro do jardim botânico). A noite, jantamos no restaurante Billy Kwong.

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2º DIA: Começamos o nosso dia em Bondi e logo cedo fizemos a trilha até Coogee Beach. Após a caminhada, aproveitamos para explorar as lojas do bairro e almoçar no restaurante Bill´s – vegetariano descolado localizado na Hall St. (melhor concentração de rests. de Bondi!). Na volta, passamos para conhecer o bairro de Surry Hills, assistir uma apresentação do espetáculo da Broadway Matilda no hotel Star e jantar no restaurante NOMAD.

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3º DIA: Esse foi o dia do ano novo e começamos o dia bem cedinho em Manly. Fizemos a trilha Scenic Walkway até Spit e aproveitamos para almoçar em Freshwater no restaurante Room Two Ten. Como a programação desse dia era a festa do ano novo, voltamos no fim do dia para Sydney e seguimos para o Opera Bar – lugar que passamos a virada! 

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4º DIA: Como esse dia foi primeiro de Janeiro, encontramos muitas atracões fechadas. Aproveitamos para conhecer o Taronga Zoo, almoçar no Quay em Circular Quay e conhecer a feira de rua em Paddington Market. A noite, jantamos no italiano A Tavola que por sorte estava aberto.

5º DIA: Começamos o dia bem cedo na estrada, fizemos um bate e volta até o parque nacional conhecido como Blue Mountains – um passeio imperdível bem perto de Sydney. Fizemos o passeio por conta, com carro alugado, e seguimos até Katoomba (localizado a 1h30min de Sydney), de onde é possível acessar a principal atração – The Three Sisters, ou as três irmãs, e o centro do parque. Separamos o dia inteiro para as atracões do parque e voltamos no fim do dia.

RESTAURANTES

Esse foi um dos favoritos da viagem! Seu ambiente é lindo, contemporâneo e repleto de mesas de madeira onde as pessoas podem compartilhar o lugar. No menu, o tradicional japonês combinado com criações inusitadas preparadas pelos sake chefs. O rest fica em um bairro super bacana – The Rocks em uma ladeira bem próximo do museu de arte contemporânea.    

Esqueça aquela imagem de barbecue e ribs que você tem da culinária australiana, a gastronomia do país é muito mais que isso! Em Sydney é possível encontrar uma forte influência da gastronomia do mundo, sobretudo da vizinha Ásia. É se tem uma figura que representa essa influência é o Kylie Kwong- aclamado chef chinês que comanda o Billy Kwong. Seu restaurante é pequeno, só pode entrar mediante a reserva e prioriza o uso de alimentos orgânicos. Nós jantamos em nosso segundo dia e adoramos!

O gigantesco Sydney Fish Market, localizado no bairro de Pyrmont, é uma alternativa para quem quer conhecer a gastronomia local. Por ali, são vendidos mais de 100 espécies de peixes por dia, além de diversos frutos do mar. Para uma experiência única: vale se inscrever em uma das aulas de culinária da Sydney Seafood School a partir de 80 AUD e aprender a cozinhar algum prato saboroso.

Localizado no movimentado bairro Darlinghurst, esse foi um dos melhores restaurantes da viagem! No local é possível encontrar autênticos pratos italianos preparados por chefs da Sicília (aquela região linda no sul da Itália que tem dicas aqui!). Seu ambiente é casual, contemporâneo, com mesas próximas e uma excelente carta de vinho. 

Restaurante super agradável com uma vista linda dentro do Opera House. Seu ambiente é mais requintado e com pratos elaborados. Com um menu degustação bem executado, o visitante pode escolher a opção com 3 ou 6 pratos. Boa opção para um jantar romântico na cidade. 

Quer conhecer um lugar super tradicional em Sydney? Vá ao Pancakes on the Rock! Localizado no bairro The Rocks, esse pequeno restaurante especializado em panquecas possui diversas opções no cardápio e forma filas em qualquer hora do dia. 

Gostaram das dicas? No próximo post, comento sobre o nosso ano novo em Sydney!

PS. Bon Voyage!