Destinos italianos – Cinque Terre

Vernazza_Cinque_Terre_panorama

Ahh la bella Itália, um destino que encanta os turistas com suas belas paisagens, sua riqueza cultural e, claro, sua deliciosa gastronomia! Nós somos apaixonados por esse pedacinho da Europa e aqui no blog já dividimos com vocês diversos posts das nossas viagens para lá! (veja mais: Veneza, Verona, 10 vilarejos supreendentes, Lago di Garda, Lago di Como, Taormina, Panarea e Favignana). O mais interessante é que a Itália pode ser visitada em qualquer época do ano, pois possui ótimas atrações em ambas estações. Por ex: durante os meses mais quentes, cidades como Capri, a região da Costa Amalfitana, Isola dei Conigli, a ilha da Sardenha, a Cinque Terre, a bela Taormina e as ilhas eólicas na Sicília são destinos que oferecem o pacote formado por belas praias do mediterrâneo + vilarejos charmosos . Nos meses mais frios, a Toscana, Florença, Veneza, Roma, a região da Puglia (Alberobello), Milão e as Dolomites tornam-se encantadoras e são uma ótima pedida. Hoje vou compartilhar por aqui dicas de um lugar maravilhoso: Cinque Terre!

                  # Como chegar #

Localizado a cem quilômetros de Gênova, entre Levanto e La Spezia, está um dos tesouros da Itália – Cinque Terre. Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore são os cinco povoados medievais, todos destinos românticos por excelência, localizados dentro de um parque nacional considerado patrimônio mundial da UNESCO. Sendo assim, seu cenário é único, pois os vilarejos estão situados sobre falésias à beira do mar e todos são conectados por uma triha ecológica de 12km repleta de subidas e descidas pelas montanhas. Cada vilarejo tem uma característica, mas todos são abastecidos por uma grande variedade de hotéis, restaurantes e bares. 

cinque terre

[MEIO DE TRANSPORTE]

/// TREM

A maneira mais fácil de chegar a região da Cinque Terre é de trem, pois o uso de carro não é permitido no centro dos vilarejos. A região é abastecida por ótimas estações de trem e esta localizada a cem quilômetros de Genova, entre Levanto e La Spezia. Uma opção para quem se hospeda dentro do parque nacional é pegar um trem na estação Santa Marguerita Ligure, localizada a 30 minutos do centro de Genova, e descer em Monterosso Al Mare – vilarejo situado na extremidade norte do parque. No entanto, para quem não pretende se hospedar em uma das “terre” uma opção é chegar por La Spezia – cidade localizada a meia hora de trem de Riomaggiore, e ligada às Terre também por barco (via Portovenere). A cidade é simples e pouco turística, mas possui ótimas opções de hotéis para quem não quer gastar tanto e conhecer essa região. O NH La Spezia fica no centro da cidade e próximo da estação de trem. 

/// AVIAO

O aeroporto mais próximo da Cinque Terre é o de Pisa localizado a 1h30min de trem de Monterosso Al Mare. No próprio aeroporto é possível pegar o trem, sem necessidade de baldeação. O trecho custa em média € 20 por pessoa. 

///DAY TRIP A PARTIR DE FLORENÇA OU MILAO

Nós somos do time que apoia bate e voltas a partir de um determinado ponto. No entanto, no caso da Cinque Terre não vale a pena visitar a partir de Florença ou Milão pela longa distância! A viagem de trem demora em média 2h30min por perna e, vale pensar que para conhecer essa região, é preciso separar ao menos 5 horas do dia. Conclusão? Muito esforço e cansaço para o próximo dia da viagem! 

Monterosso_al_Mare-panorama-convento_dei_cappuccini2-flickr

[COMO EXPLORAR AS CIDADES]

///TREM

Todas as “terre” possuem pequenas estações de trem em seu centro, porém o meio de transporte não é a melhor opção para explora-las. O trajeto completo de trem, parando em todas as Terre, leva 29 minutos entre La Spezia e Monterosso (a viagem expressa, sem parada intermediárias, leva menos de 15 minutos). Não é uma viagem panorâmica: o trem vai por dentro da montanha quase todo o tempo, com poucas aberturas para o mar da Ligúria. O trem deve ser usado apenas para cortar caminho — só vale mesmo a pena como ida ou volta de um percurso de barco ou a pé (trilha).

/// A PÉ

A trilha que percorre todas as Terres é conhecida como Sentiero Azzurro e possui um visual impressionante de toda a costa. Dependendo da época do ano, o trajeto pode ser muito cansativo por conta das subidas (o trecho mais difícil é Monterosso-Vernazza) e o forte sol que paira na região. Para quem tem o espirito aventureiro, a trilha tem uma duração media de 1h30minutos e o trecho mais bonito (fotografado!) é o Manarola-Riomaggiore. 

/// DE BARCO

Há barcos que funcionam entre os vilarejos, exceto para Corniglia. Essa é considerada a melhor maneira de ver a paisagem, no entanto não é a opção mais rápida ou barata. Os barcos partem de todas as “terre” e, para ter uma ideia, o valor do ticket para o dia inteiro é € 25, aos sábados e domingos € 27 e o ticket valido apenas a a tarde o “afternoon ticket” é € 17). O barco faz a rota Monterosso-Vernazza-Manarola-Riomaggiore-Portovenere (e volta). O ticket do dia inteiro (ou da tarde) dá direito a descer e reembarcar em todas as paradas. Caso você não queira ir até Portovenere, pode comprar só o ticket one-way de € 10,50 que dá direito às três paradas dentro das Terre (Vernazza, Manarola e Riomaggiore). À tarde também é possível comprar o one-way com direito a duas paradas, por € 9. Portovenere é uma vila considerada a sexta “terre” e só é acessada de barco. 

manarola

                  # Onde se hospedar #

As Cinque Terre podem ser visitadas em um dia a partir de Spezia ou Genova pela curta distância, no entanto uma alternativa muito interessante é dormir em uma das Terre. Minha dica é que, não importa a base que você escolha, vale passar ao menos duas noites, pois desta forma é possível dedicar um dia inteiro ao passeio, sem perder tempo com deslocamento até as Terre, nem o stress de seguir viagem no mesmo dia.

Na costa entre Gênova e Monterosso há várias cidades que podem servir de base para o passeio às Cinque Terre — sempre no mesmo esquema: duas noites, chegando no fim do primeiro dia e aproveitando o segundo sem stress de precisar seguir viagem no mesmo dia. Dessas cidades também dá para dar um pulinho no outro destino cobiçadíssimo da costa lígure, Portofino. A cidade esta localizada a 1h30min de trem e possui belas praias. Um dos hotéis mais cobiçados da região é o Belmond Hotel Splendido – tradicional hotel da rede Belmond, que pertenceu a um mosteiro medieval e com apenas 67 quartos. Seu restaurante – La Terraza  é um dos mais famosos da região e une a maravilhosa gastronomia italiana à belíssima paisagem de Portofino, na Riviera Italiana. Ele está localizado no terraço do hotel e a vista privilegiada encanta a todos, pois é possível fazer as refeições admirando o azul intenso do mar da Ligúria.

belmond 1 belmond 2 portofino

E aí, todos arrumando a mala em 3,2,1!!

PS. Bon Voyage!

Dicas Sydney

_DSC1013

Depois de uma super introdução sobre a nossa viagem pela Austrália & Nova Zelândia no post anterior, com um passo a passo do roteiro, dicas dos voos, hotéis e como tirar o visto de turismo (clique aqui para ler o post completo) chegou a hora de detalhar a primeira parada da viagem: a movimentada, ensolarada e agitada SYDNEY! 

Com mais de quatro milhões de visitantes por ano, a capital do estado New South Wales está no topo da lista dos viajantes que visitam a Austrália pela primeira vez. Todo esse prestígio é muito fácil de entender: a cidade é uma das mais adoráveis do planeta, com belas praias, parques arborizados, bairros charmosos e uma baía super fotogênica. Além disso, seu clima tropical proporciona mais de 340 dias de sol por ano, deixando o lugar ainda mais propicio para novas aventuras! Sim, nos morremos de amores logo que pisamos na cidade e ficamos impressionados com a sua organização (característica herdada dos colonizadores britânicos!). Passamos cinco noites no destino e hoje vou contar para vocês o que mais gostamos de conhecer:

Pense em Sydney como uma cidade com duas vertentes: a cosmopolita – com um centro financeiro agitado, arranha-céus, restaurantes especializados em culinárias de todos os cantos do mundo e uma versão praiana – com um litoral recortado por belas praias, muita natureza (leia-se verde, animais soltos, muitoooss pássaros) e pessoas caminhando calmamente pelas ruas. Sim, em Sydney é possível encontrar esses dois mundos paralelos por conta do seu tamanho! A cidade é enorme, bem espalhada, mas conectada por um excelente transporte público. Ao lado do Circular Quay – um cais central super movimentado por conta dos ferries/barcos que partem de lá para as praias e ilhas, é possível ver alguns traços da versão urbana de Sydney. E nesse ponto que esta a Sydney Harbour Bridge e o Opera House, a famosa dupla dos cartões-postais mais fotografados da cidade. Entre as duas atrações ficam bons restaurantes com vistas privilegiadas – uma boa pedida para o pit-stop do almoço ou jantar é o restaurante Quay (com uma vista linda e pratos bem elaborados!). Próximo a essa região está o charmoso The Rocks, o bairro mais antigo de Sydney que foi tolamente revitalizado. O lugar concentra ótimos restaurantes, lojas, galerias e museus, onde é possível encontrar um souvenir mais descolado ou conhecer o trabalho de artistas locais. Também é la que está o The Rocks Markets – um mercado que funciona aos sábados e domingos e uma excelente maneira de comprar artesanato, encontrar produtos exclusivos ou provar algum prato típico. A feirinha é bem completa e tem produtos como quadros, sabonetes, objetos de decoração, roupas, cosméticos, utensílios para a casa e muitas outras coisas. Uma outra feirinha que acontece em The Rocks é a The Rocks Food Market, que ao invés de oferecer artesanato, tem várias barraquinhas de comida. Para provar comida de diferentes nacionalidades, experimentar quitutes exóticos, como um churrasquinho de canguru, pode ser um passeio interessante.

_DSC0871 _DSC0886

O roteiro pela área cosmopolita da cidade não fica completo sem uma parada no Darling Harbour: um espaço que reúne um mega shopping, diversos restaurantes, bares, além do Sea Life Sydney Aquarium, um aquário artificial que conta com mais de 700 espécies de animais, incluindo raias gigantes e tubarões. E não existe melhor maneira de explorar Sydney a não ser a pé! Bem próximo ao Darling Harbour está o principal centro comercial da cidade conhecido como Pitt Street Mall, uma rua só para pedestres onde é possível encontrar o famoso shopping Westfield, a linda galeria Strand Arcade, além de outras lojas de rua como  Zara, H&M, GAP, Adidas, Sephora, entre outras. Para quem gosta de loja de departamento, a David Jones é a principal rede australiana e concentra diversas marcas famosas (and luxuosas) como Celine, Louis Vuitton, Gucci, entre outros. 

Mas sabe aquele bairro que reúne as lojas mais charmosas (não tão conhecidas!) e restaurantes com carinha de antigo? Em Sydney é o Surry Hills! Repleto de adegas, pubs, bares descolados, lojas de comida gourmet, e alguns dos melhores restaurantes de Sydney. Dois restaurantes imperdíveis na região é o NOMAD com pratos extremamente criativos e o TOKO – japonês de alto nível! Além disso, a vizinhança tem uma cena artística vibrante, com muitas galerias e boutiques de arte e design. Nós amamos esses achados!

PRAIAS

As praias de Sydney são sem duvida a principal atracão no verão! Esqueça as que ficam próximas ao centro, o segredo é ir para as mais afastadas e descobrir um cenário completamente diferente. Localizada a 40 minutos do centro de Sydney, o famoso bairro Bondi (eles falam – “Bondai”) é o ponto de encontro do pessoal mais jovem e solteiro! Seu ambiente é repleto de bares, restaurantes e muitas casas noturnas que são bem frequentadas durante os dias mais quentes do ano. Um dos pontos mais fotografados de sua praia é o Bondi Icebergs Club – um clube de praia que possui uma “icônica” piscina natural que é abastecida com água do mar. O clube fica aberto ao público diariamente e o valor da entrada é de 5,00 AUD por pessoa. Outra atracão muito comum em Bondi (e na Austrália de um modo geral) são as trilhas que passam por diversos pontos do litoral. A Bondi to Coogee Coastal Walk é uma caminhada de 6 km que beira a costa entre as duas praias. O percurso é bem popular, de graça e belíssimo – dura em média 2 horas. No fim da caminhada, uma parada que vale a pena fazer é no Coogee Pavilion restaurante super charmoso com pratos pequenos e visual incrível para o pôr do sol. 

_DSC1119 _DSC1130 _DSC1146

Um pouco mais afastada, está outra famosa praia que foi a nossa favorita: Manly Beach! Para chegar até lá, saindo do Circular Quay, existem duas opções: ir de ferry comum, que dura 30 minutos o trecho e custa 12 dólares com retorno incluído (é possível pagar com o Opal Card) ou ir de ferry especial, que dura 17 minutos o trecho e custa 18 dólares com retorno incluído. A cidade de Manly (eles falam: “man-ly”) representa muito bem o lifestyle do povo australiano! Sua praia é linda, ampla, com o mar calminho e águas transparentes. Seu centro o The Corso reúne as principais lojas (leia-se uma concentração de marcas de surfistas como Billabong, Ripcurl e Quiksilver), restaurantes e bares. Para conhecer essa região não existe nenhum transporte melhor que a bicicleta e é possível alugar em qualquer loja de rua que beira a praia! Assim como em Bondi, em Manly é possível fazer a trilha Scenic Walkway – uma caminhada pelas praias mais bonitas da região (incluindo a linda e movimentada Shelly Beach) que percorre a faixa litorânea do porto até a Spit Bridge. A dica é começar o percurso bem cedo para fugir do movimento a partir das 10hs e poder tirar muitas fotos sem preocupação. O passeio em Manly fica completo com uma esticadinha até Freshwater – uma cidade linda com praia idem e repleta de bons restaurantes! A dica por lá é o café descolado Room Two Ten com uma ótima comida e preços justos.  

_DSC0966 _DSC0970 _DSC0981 _DSC0999

ROTEIRO

sydney-map-illustration

Em nosso roteiro, priorizamos os primeiros dias da viagem para uma programação mais leve por conta do fuso horário, deixando os outros dias para as praias mais afastadas. 

1º DIA: Começamos o dia com uma escalada na Sydney Harbour Bridge. Esse é um dos passeios mais tradicionais em Sydney e tem 3hs de duração. Quem organiza o tour é a empresa Bridge Climb e nós escolhemos o horário bem cedo por conta do nascer do sol. Após o tour, caminhos em volta da ponte pelo Milson’s Point e seguimos para o The Rocks. No bairro, aproveitamos para almoçar no SAKE restaurant e conhecer o museu de arte contemporânea de Sydney. No período da tarde, fizemos um Bike tour com a empresa Bonza Tours. Esse passeio de bicicleta foi uma ótima experiencia para conhecer os principais pontos da cidade de uma maneira leve (e menos cansativa!). Escolhemos o Sydney Highlights com duração de 2h30min e passamos pelo Circular Quay, Barangaroo, Darling Harbour, Chinatowm, Hyde Park e Maccquarie Point (dentro do jardim botânico). A noite, jantamos no restaurante Billy Kwong.

1229071523 1229043506 1229041515

2º DIA: Começamos o nosso dia em Bondi e logo cedo fizemos a trilha até Coogee Beach. Após a caminhada, aproveitamos para explorar as lojas do bairro e almoçar no restaurante Bill´s – vegetariano descolado localizado na Hall St. (melhor concentração de rests. de Bondi!). Na volta, passamos para conhecer o bairro de Surry Hills, assistir uma apresentação do espetáculo da Broadway Matilda no hotel Star e jantar no restaurante NOMAD.

_DSC1215 _DSC1196

3º DIA: Esse foi o dia do ano novo e começamos o dia bem cedinho em Manly. Fizemos a trilha Scenic Walkway até Spit e aproveitamos para almoçar em Freshwater no restaurante Room Two Ten. Como a programação desse dia era a festa do ano novo, voltamos no fim do dia para Sydney e seguimos para o Opera Bar – lugar que passamos a virada! 

_DSC1086 _DSC1052 _DSC1038

4º DIA: Como esse dia foi primeiro de Janeiro, encontramos muitas atracões fechadas. Aproveitamos para conhecer o Taronga Zoo, almoçar no Quay em Circular Quay e conhecer a feira de rua em Paddington Market. A noite, jantamos no italiano A Tavola que por sorte estava aberto.

5º DIA: Começamos o dia bem cedo na estrada, fizemos um bate e volta até o parque nacional conhecido como Blue Mountains – um passeio imperdível bem perto de Sydney. Fizemos o passeio por conta, com carro alugado, e seguimos até Katoomba (localizado a 1h30min de Sydney), de onde é possível acessar a principal atração – The Three Sisters, ou as três irmãs, e o centro do parque. Separamos o dia inteiro para as atracões do parque e voltamos no fim do dia.

RESTAURANTES

Esse foi um dos favoritos da viagem! Seu ambiente é lindo, contemporâneo e repleto de mesas de madeira onde as pessoas podem compartilhar o lugar. No menu, o tradicional japonês combinado com criações inusitadas preparadas pelos sake chefs. O rest fica em um bairro super bacana – The Rocks em uma ladeira bem próximo do museu de arte contemporânea.    

Esqueça aquela imagem de barbecue e ribs que você tem da culinária australiana, a gastronomia do país é muito mais que isso! Em Sydney é possível encontrar uma forte influência da gastronomia do mundo, sobretudo da vizinha Ásia. É se tem uma figura que representa essa influência é o Kylie Kwong- aclamado chef chinês que comanda o Billy Kwong. Seu restaurante é pequeno, só pode entrar mediante a reserva e prioriza o uso de alimentos orgânicos. Nós jantamos em nosso segundo dia e adoramos!

O gigantesco Sydney Fish Market, localizado no bairro de Pyrmont, é uma alternativa para quem quer conhecer a gastronomia local. Por ali, são vendidos mais de 100 espécies de peixes por dia, além de diversos frutos do mar. Para uma experiência única: vale se inscrever em uma das aulas de culinária da Sydney Seafood School a partir de 80 AUD e aprender a cozinhar algum prato saboroso.

Localizado no movimentado bairro Darlinghurst, esse foi um dos melhores restaurantes da viagem! No local é possível encontrar autênticos pratos italianos preparados por chefs da Sicília (aquela região linda no sul da Itália que tem dicas aqui!). Seu ambiente é casual, contemporâneo, com mesas próximas e uma excelente carta de vinho. 

Restaurante super agradável com uma vista linda dentro do Opera House. Seu ambiente é mais requintado e com pratos elaborados. Com um menu degustação bem executado, o visitante pode escolher a opção com 3 ou 6 pratos. Boa opção para um jantar romântico na cidade. 

Quer conhecer um lugar super tradicional em Sydney? Vá ao Pancakes on the Rock! Localizado no bairro The Rocks, esse pequeno restaurante especializado em panquecas possui diversas opções no cardápio e forma filas em qualquer hora do dia. 

Gostaram das dicas? No próximo post, comento sobre o nosso ano novo em Sydney!

PS. Bon Voyage!

Roteiro Completo – Austrália e Nova Zelândia

_DSC2078

Já fazia um tempo que a Austrália e Nova Zelândia eram destinos que tinha muita vontade de conhecer! Suas praias, as paisagens que lembram cenários de filme e as diversas atrações eram algumas das coisas que faziam parte do meu imaginário. No entanto, tinha em mente que para visitar esses destinos precisaria de tempo – afinal, só para chegar lá demora quase dois dias e bastante disposição para o planejamento! O jeito foi organizar a viagem para um período que conseguiria ficar mais tempo fora (recesso do fim do no + férias) e, por sorte, a melhor época para visitar o destino: verão. Hoje vou mostrar para vocês como foi a organização do meu roteiro, uma visão geral de todas as etapas. E nos próximos posts da série Austrália & Nova Zelândia, comento sobre cada cidade que visitamos. 

O primeiro passo foi encontrar a  passagem! Costumo dizer que o indicado é desenhar primeiro o roteiro e depois comprar a passagem, mas essa regra se aplica a viagens para Europa por conta das inúmeras possibilidades de aeroportos de entrada e saída. No caso da Austrália e Nova Zelândia, o desafio era encontrar uma passagem com um bom preço por conta da alta temporada (verão!) e com a chegada em Sydney para o ano novo! Existem duas rotas mais comuns para chegar até lá saindo do Brasil: a primeira é com escala em Santiago (Chile) operado pela cia aérea Lan Chile + Qantas e, a outra opção, é com escala em Joanesburgo (África do Sul) operado pela South African Airways. Em ambos, o trajeto tem uma duração, média, de 19hs com uma conexão bem rápida para a troca da aeronave. Em nosso caso, encontramos um melhor custo benefício na passagem da Lan + Qantas e a possibilidade de retornar por Auckland – excluindo o gasto com uma diária de hotel e mais um voo para Sydney no último dia. A passagem foi comprada com 5 meses de antecedência (sim, bastante tempo!) e começamos a monitorar os preços no Kayak (olhem só esse post com dicas AQUI) no mês anterior da compra. Uma dica é ter alertas de promoção cadastrados no e-mail e comprar a passagem direto pelo site da companhia aérea (em nosso caso, a Qantas) para ter todos os benefícios caso precise alterar ou cancelar.

_DSC0900 _DSC2081 _DSC1953

O segundo passo foi solicitar o visto australiano! Sim, antes de começar a pesquisar o roteiro e reservar os hotéis fizemos todo o trâmite para obtenção do visto de turismo. Já havia lido em alguns blogs que o processo era “chatinho” por conta de uma longa e rigorosa lista de documentos, no entanto foi mais tranquilo que o visto americano. Resumindo o processo: fizemos o cadastro pelo site do Departamento de Imigração (aqui) que esta todo em inglês, anexamos uma cópia de todos os documentos necessários (certidão de nascimento, passaporte válido pelo período da estadia, foto 3×4 e dispensa de serviço militar para homens) e pagamos a taxa online (valor por pessoa 130 dólares). Após esse procedimento, recebemos em 10 dias uma carta de notificação por e-mail que explicava tudo sobre o visto, tal como tempo de validade e requerimentos para a entrada na Austrália. Imprimimos essa carta e apresentamos no momento do check-in no Brasil e na imigração na Austrália quando recebemos o carimbo no passaporte com o visto de visitante (subclasse 600). Assim como em outros lugares, os oficiais na imigração fizeram algumas perguntas básicas como: onde mora? trabalho? quantidade de dinheiro trouxe para o país?, mas tudo bem rápido e sem dor de cabeça. Lembrando que o visto australiano não é impresso ou etiquetado no passaporte, toda a confirmação para a entrada no país é feita eletronicamente. Já para a Nova Zelândia não precisamos obter o visto com antecedência, pois o país não exige o visto de brasileiros que ficarão por até 90 dias no país. ótimo! 

_DSC3243 _DSC3281

O terceiro passo foi definir o roteiro! Começamos a planejar o itinerário com (mais ou menos) quatro meses de antecedência, logo depois da compra da passagem e confirmação do visto. Foi nesse momento que reservamos todos os hotéis, pesquisamos&compramos os voos internos e definimos os transportes. Claro que tudo isso tudo foi feito após pesquisar bastante informação em blogs especializados e em guias dos destinos. Essas foram algumas dicas que ajudaram a montar o roteiro:

  • A Austrália é um país muito grande e, precisaria de muito tempo para explorá-la de carro. Por isso, descartamos essa opção e definimos que o transporte interno seria o avião. No caso da Nova Zelândia, o carro se encaixou perfeitamente no roteiro, por ser um país bem menor, com ótimas estradas e curtas distancias entre as cidades.
  • Vale ter em mente que 15 dias é o tempo mínimo para explorar a Austrália. Se você esta indo pela primeira vez ao país, pense em um roteiro com 3 bases: Sydney (5 dias), Melbourne (4 dias) e as melhores praias da Costa Leste (6 dias). Como as viagens dentro da Austrália são longas, programe bem seus deslocamentos para não perder tempo e economizar dinheiro. E, claro: não tente conhecer tudo de uma vez.
  • Para explorar a Barreira de corais (uma das principais atrações da Austrália) vale montar a base em Cairns (cidade que fica próxima do inicio da barreira de corais), em Gold Coast (lugar com algumas das praias mais populares do estado de Queensland), Airlie Beach (cidade portuária de onde partem os passeios de barco que ficam 2 ou 3 dias rodando pela barreira de corais) ou Hamilton Island (ilha resort que fica a 2hs de barco da Barreira de Corais). Ufa! falei que não era fácil a decisão.
  • Na Nova Zelândia, pense em chegar por um ponto da ilha norte ou sul e retornar por outro da ilha norte ou sul. Por ex, chegamos por Queenstown (sul) e voltamos por Auckland (norte). Caso você tenha poucos dias e só tem interesse em explorar a ilha sul: chegue por Queenstown e retorne por Wellington (capital). O caminho entre os pontos pode ser explorado de carro (só uma uma ressalva: a mão é inglesa, o que não é fácil para quem não está acostumado) ou a bordo do Kiwi Experience (comentei sobre esse ônibus de turismo lá no Instagram!).
  • A Austrália é um país caro, por isso pense em alternativas de hospedagem (por ex: apartamentos! O site StayZ tem uma ótima seleção com bons reviews!) e planeje gastar ao menos AU$150/dia. Café da manhã geralmente não é oferecido na diária, então no primeiro dia faça uma compra no supermercado. 
Após essas dicas, o nosso roteiro ficou da seguinte forma: 24 dias/ 22 noites de viagem divididos em 5 bases.
  • 27/Dez – Saída Guarulhos – Sydney 
  • 28/Dez – 02/Jan – Sydney (5 noites)

Ficamos os primeiros cinco dias da viagem em Sydney – a cidade mais populosa da Austrália. Foi lá o período mais “complicado” por conta da adaptação do fuso. Acordávamos todos os dias bem cedo, por volta das 06AM, e a tarde batia um sono de outro mundo (essa foi a melhor expressão que encontrei rss). Por sorte, já tinha aprendido a lição na Ásia e montei uma programação bem leve para os primeiros dias da viagem. Em Sydney, como era altíssima temporada e semana do ano novo os hotéis estavam (praticamente) com os valores dobrados das diárias! Mesmo iniciando a pesquisa com 4 meses de antecedência, o Booking apresentava preços muito fora do que pretendíamos gastar. A alternativa foi buscar apartamentos, depois de ler ótimas avaliações no Tripadvisor. A rede de apart-hotéis Meriton Serviced Apartments possui diversas unidades em Sydney e acabamos escolhendo o apartamento localizado na Pitt Street (famosa rua de compras). A escolha não poderia ter sido melhor! O apto tinha uma ótima infraestrutura com quarto + sala e cozinha integrada + lavanderia fechada, além de Wi-fii gratuito. O valor das diárias já foi debitado no ato da reserva e, assim que chegamos, não precisamos pagar mais nada. O apto possui uma excelente localização: a poucos passos de duas estações de metro (Museum e Taylor Hill) e ao lado de uma Seven Eleven e mercado. 

_DSC0892 _DSC0944 _DSC0976 _DSC1039 _DSC1133 _DSC1178 _DSC1320

Em Sydney não alugamos carro e exploramos toda a cidade de transporte público: metro, ônibus e ferrie. A rede de transporte é enorme, funciona de maneira integrada e é uma forma de deslocamento perfeita para quem está por alguns dias na cidade! Assim que chegamos no aeroporto já compramos o Opal Card – um cartão pré-pago que funciona em todos os transportes e é abastecido por crédito. Toda a vez que utiliza o transporte, o valor da passagem é descontado do crédito do cartão. A cada entrada e saída do veículo é necessário tocar o Opal Card em um sensor, pois é dessa maneira que é feito o cálculo do valor a ser pago. Nós compramos o cartão e colocamos 40 AUD de crédito, pois o valor do aeroporto até a estação próxima ao hotel é 21 AUD e o restante foi utilizado durante os nossos dias por lá. 

  • 02/Jan – 06/Jan – Hamilton Island (4 noites)

Após cinco noites em Sydney, voamos para Hamilton Island com a cia aérea Jetstar para conhecer a Grande Barreira de Corais (só um parenteses: todas as passagens internas nós compramos pelo site Skyscanner. Quem me acompanha desde o começo do blog, sabe que é regra por aqui: sempre faço a primeira cotação por esse site e vejo qual cia aérea tem o melhor valor, depois fecho direto pelo site da cia aérea!). O voo foi super tranquilo e em apenas 2h30min pousamos na ilha que fica ao lado da barreira e da famosa praia de Whitehaven. Comentei aqui em cima que haviam diversas opção de “base” para explorar as praias da costa leste e barreira de corais, mas acabamos escolhendo Hamilton Island. A ilha “resort” ficou conhecida mundialmente por oferecer o melhor emprego do mundo. A ideia era divulgar a ilha e oferecer ao felizardo o cargo de zelador da ilha durante seis meses! Mas como nem tudo são flores e algumas vezes acabamos errando na escolha do destino, esse foi o lugar que menos gostamos do roteiro. Poderia falar para vocês que é lindo, maravilhoso e um ótimo lugar para descansar – de fato isso é mesmo, no entanto a proposta resort deixou a desejar. Como a ilha é de um único dono (por isso considerada um resort) os preços praticados são um absurdo, os passeios são oferecidos por uma única agência de turismo (imaginem os preços!) e a comida deixou a desejar. Nós ficamos no aparthotel Whitsundays (considerado a opção mais barata da ilha), mas mesmo assim era uma opção muito cara! Por fim, acabamos fazendo só um passeio que gostamos – o sobrevoou pela grande barreira de corais, pois o passeio de barco para mergulho foi cancelado. Sim, esse espaço também é para compartilhar o que não dá certo no roteiro e é assim que aprendemos para a próxima viagem ;)

_DSC1346 _DSC1519 _DSC1754

  • 06/Jan – 10/Jan – Melbourne (4 noites)

Após quatro noites em Hamilton Island, voamos para Melbourne com a cia Jetstar (low cost da Qantas). O voo teve duração de três horas e mais uma vez não tivemos nenhum problema com a companhia aérea. Melbourne foi um dos lugares mais surpreendentes do roteiro! A capital cultural da Austrália possui ótimos restaurantes, hotéis, shows e espetáculos, além disso, uma atmosfera muito convidativa ao viajante! Nós ficamos quatro noites na cidade e ficamos hospedados no Park Hyatt. Diferente de Sydney, encontramos opções de hotéis mais baratos em Melbourne, por isso optamos em ficar em um hotel. Essa é uma região que vale a pena ficar hospedado, pois esta a poucos passos da Federation Square (praça principal).

Para explorar os arredores da cidade: Mornington Península e 12 apóstolos, alugamos um carro nas últimas duas noites – deixando os primeiros dias para explorar o centro a pé. Já efetuamos a reserva no Brasil e, como sempre digo por aqui, fizemos uma simulação dos preços no site do Rental Cars e fechamos com a Avis – empresa que ofereceu o melhor custo benefício.  

_DSC2178 _DSC2299 _DSC2037

  • 10/Jan – 16/Jan – Queenstown (5 noites)

Finalmente chegamos na Nova Zelândia e começamos por um dos lugares mais fascinantes da viagem: Queenstown. Nesse trecho, optamos em voar com a cia aérea Air New Zealand (melhor preço encontrado) e ficamos impressionados com a praticidade do check-in: tudo realizado por máquinas, desde a emissão dos bilhetes, tarja da mala ao despacho das bagagens! Rápido, prático e sem complicação.

Começamos o roteiro pela ilha Sul e ficamos cinco noites em uma única base: Queenstown. A cidade é muito bem localizada e a poucos quilômetros de várias atrações. Para ter mais liberdade, alugamos um carro logo no aeroporto com a cia local Go Rentals e mais uma vez foi uma ótima surpresa. O trâmite para retirar o carro foi muito simples e encontramos um ótimo custo benefício: 280 NZD (dólar neozelandês) para as cinco noites. Em Queenstown optamos em ficar no Hilton Resort & Spa – hotel localizado a 10 minutos de carro do centro e com vista para o incrível lago Wakatipu (que banha toda a cidade). No entanto, existem outras opções bem próximas ao centro, como o The Rees Hotel, Rydges ou Azur, mas por incrível que pareça todos já estavam esgotados. 

Em Queenstown deixamos a programação pré-organizada, ou seja, a ideia do que fazer em cada dia, mas sem reservas! Assim que chegamos no aeroporto, paramos no centro do visitante e pegamos todos os folhetos, voucher e afins com dicas das atrações da cidade. Pesquisamos as melhores empresas e o concierge do hotel efetuou todas as reservas. Também fizemos isso por conta da condição climática! Por ex, como reservar o passeio aos fiordes sem ter ideia da previsão do tempo? Ou fechar o bungy jump em um dia de chuva? No fim, valeu a pena e, como os preços são tabelados, acabamos pagando a mesma coisa. Vou compartilhar tudo que fizemos em Queenstown em breve em outro post ;) 

AJH-KB-20160110-123-001-0001-Cam01 _DSC3497 _DSC2625 _DSC2659 _DSC2692 _DSC3514 _DSC3501

  • 16/Jan – 19/Jan – Auckland (3 noites)

Por fim, os nossos últimos dias da viagem foram em Auckland – a principal cidade da ilha norte. Alugamos um carro assim que saímos do aeroporto e entregamos no dia do retorno ao Brasil. Ficamos hospedados em um hotel casino bem no centro da cidade, ao lado da Sky tower e principais restaurantes. Em Auckland, fizemos mais um vez o esquema bate e voltas! No primeiro dia conhecemos os principais pontos da cidade e nos outros dias visitamos Waiheke (a ilha com vários vinícolas) e Hobbiton (lugar que foi cenário do filme Senhor dos Anéis).  

  • 19/Jan – Retorno para o Brasil

O último passo foi reservar algumas atrações do roteiro já no Brasil para garantir a vaga e um melhor preço. Em Sydney, fechamos o passeio durante o nascer do sol na Harbour Bridge com a empresa Bridge Climb, os ingressos do espetáculo da Broadway Matilda no Ticketmaster e compramos a festa de ano novo no Opera Bar. Em Hamilton Island, já reservamos do Brasil o sobrevoo de aeromotor pela Grande Barreira de Corais e mergulho pelo site da ilha e em Melbourne reservamos a degustação na vinícola de Mornington. Outra ponto foi deixar reservado alguns restaurantes, para deixar o roteiro mais organizado!

E aí, viajantes, gostaram do primeiro post da viagem? Na próxima, compartilho várias dicas de Sydney.

PS. Bon Voyage!

 

10 lugares imperdíveis no Rio de Janeiro!

Que tal uma lista de restaurantes para a sua próxima viagem ao Rio de Janeiro? Sempre que visito a cidade, volto com uma lista de novos lugares que adorei conhecer, mas também tem uns clássicos que não abro mão de voltar! Vejam só a lista:

Irajá Gastronômico 

    Um restaurante especializado em pratos contemporâneos que já virou tradição no bairro de Humaitá. Digo isso, pois em pouquíssimo tempo, seu premiado chef, Pedro de Artagão, já abriu três casas no Rio de Janeiro e é figura estrelada no circuito gastronômico carioca. Na minha opinião o Irajá é um dos melhores restaurantes da cidade! Seu cardápio é repleto de boas combinações e possui uma grande influência da culinária brasileira. Vale provar o pão de queijo de tapioca, o peixe na brasa e claro, não pode sair de lá sem experimentar a sobremesa mais famosa do lugar: bolo de brigadeiro (quentinho!) que vem com uma calda de leite de baunilha. Sem igual!

img_3272bx

Endereço: Rua Conde de Irajá, 109 – Botafogo 

Formidable Bistrot

Do mesmo dono do Irajá, o Formidable Bistrot é um simpático bistrot com autênticos pratos franceses. A casa é pequena (possui apenas 32 mesas) e tem alguns elementos importados com muita autenticidade: o cardápio descrito em um quadro negro na parede, uma ótima seleção de vinhos e água com um valor praticamente simbólico. O bacana é o conceito de pratos poderosos com um preço mais moderados do que os praticados em grandes restaurantes!

Endereço: Rua João Lira, 148 – Leblon

Zaza Bistro (Ipanema) 
A inspiração culinária vem de viagens que os proprietários fazem pelo mundo, buscando aromas e sabores que combinem com o clima tropical, sempre que possível usando alimentos orgânico. Seu ambiente é lindo, com muitos elementos de uma casa francesa e toques cariocas. A casa é pequena e super concorrida em qualquer horário do dia: seja na saída da praia ou no jantar. Uma dica para o pedido? Experimente a salada de quinoa com frango, rúcula e amêndoas tostadas (uma delícia!) e de sobremesa o Carpaccio de Banana Brûleé com creme de ovos moles, canela e sorvete de creme. 
Endereço: Rua Joana Angelica, 40, Rio de Janeiro- RJ
Brigite’s (Fica na Dias Ferreira)
Esse restaurantes é a cara do RJ! Ambiente lindo, com pratos leves e saborosos. Localizado na badalada Dias Ferreira, o local funciona durante o almoço (menu executivo) e jantar. Por lá é possível encontrar de tudo no cardápio: carne, peixe, frango, frutos do mar, risotto, saladas – com ótima qualidade. 
Endereço: Rua Dias Ferreira, 247-A – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
CT BOUCHERIE
Um clássico carioca e considerado o acougue chique da família Troigois. Considerado um dos melhores restaurantes de carne do Rio, seu cardápio funciona da seguinte forma: escolhe um corte de carne de boi, costeletas de cordeiro, magret de pato ou peixe (salmão grelhado e do dia) ou o prato do dia, e os acompanhamentos são servidos em sistema de rodízio. Esses são bem variados: os clássicos purê de batata, legumes salteados na manteiga e pupunha, alem de algumas criações como purê de maca com maracujá e purê de polenta com agrião. Tudo saboroso!
Endereço: Rua Dias Ferreira 636 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
Roberta Sudbrack’s
Aclamada como a melhor cozinheira do Brasil, Roberta Sucback é a chef criativa por trás do restaurante contemporâneo que leva o próprio nome. Para jantar no local é preciso fazer uma reserva com antecedência e escolher umas das três opções do menu-degustação: nove pratos (R$330), cinco pratos (R$260) e três pratos (R$195) (o que muda entre é a quantidade de entradas.). Suas criações fazem uma releitura de pratos típicos das principais regiões do Brasil e proporcionam uma verdadeira experiencia gastronômica. O que muda entre é a quantidade de entradas. Mas desde de Dezembro do ano passado, a chef-celebridade possui outro endereço na cidade: Bar da Roberta – um foodtruck localizado na Rua Tubira, conhecida como “Rua das Oficinas”, que oferece sanduíches (como o de pastrami com queijo de Gravatá) e o famoso suddog (cachorro-quente que é marca registrada da chef). 
rp-roberta-4
Endereço restaurante: Rua Lineu de Paula Machado 916, Rio de Janeiro – RJ
Endereço Foodtruck: Rua Tubira 8/loja A – Leblon
BRASEIRO DA GÁVEA
Um dos clássicos cariocas localizado no baixo Gávea. Esse restaurante vive lotado, o ambiente é simples, possui poucas opções de pratos no cardápio, mas a comida caseira é uma delicia! Visitamos recentemente (depois da reforma que deixou fechado por 3 meses) e fomos surpreendidos pela qualidade dos pratos. A pedida é sempre a mesma: arroz de brócoli, farofa, batata frita e picanha! Não posso esquecer do chopinho Brahma bem tirado para acompanhar. 
01433417
Endereço: Praça Santos Dumont, 116, Rio de Janeiro – RJ
Yume
O Sushi Leblon é um dos clássicos restaurante de comida japonês no RJ, mas para quem quer incluir uma outra opção no circuito gastronômico, vale conhecer o YUME no jardim Botânico. O local possui poucas mesas, ambiente tradicional com toque moderno e o menu é apenas a la carte. Além do básico: salmão, atum e peixe branco, o YUME sempre tem peixes diferentes em seu cardápio que vale experimentar. 
Endereço: Rua Pacheco Leao, 758, Rio de Janeiro – RJ
Aprazível

O Aprazível é daqueles restaurantes bons para ir no fim de semana com a família, depois de um passeio pelo gostoso bairro de Santa Tereza. O ambiente é bem acolhedor, com mesas distribuídas por um belo pátio com vista para a cidade. Você tem a sensação de estar no quintal de uma gostosa casa. A comida é bem brasileira e farta. A galinhada agrada a gregos, troianos e crianças. Uma delícia de lugar. Em dias quentes, pode fazer muito calor, pois não tem ar condicionado.

banner-1

Endereço: R. Aprazível, 62 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ 

QUITÉRIA

Uma das novidades em Ipanema e que já conquistou pelo autentico paladar! Localizado no térreo do Hotel Ipanema Inn a poucos passos da praia, o lugar chama atenção pelo ambiente clean e sofisticado. Comandado pelo chef argentino Christian Garcia, o cardápio é elaborado com ingredientes frescos e combinações inusitadas, e a cozinha aberta permite que a gente veja toda a preparação dos pratos. O lugar fica aberto no café da manha, almoço e no jantar funciona com um menu degustação.

Endereço: Rua Maria Quitéria, 27 | Ipanema Inn, Rio de Janeiro – RJ

Empório Jardim
Uma graça de lugar no Jardim Botânico sob o comando da chef Iona Rothstein, que passou por importantes casas do Rio, como Quadrucci e Le Pré Catelan, e se especializou em pão no The French Culinary Institute, em Nova York. O café da manhã é bem variado, desde a típica tapioca ao ousados ovos marroquinos. Clique aqui para ler mais.
Empório-Jardim_Café-da-Manhã_Tomás-Rangel
No próximo post: dicas dos melhores bares cariocas! Que tal alguns nomes da lista?
Aconchego Carioca 
Braseiro da Gávea 
Bar da Urca 
Jardim Royal (Hotel Casa Amarelo) Santa Tereza
Cafecito (bairro Santa Tereza)
Q Gastrobar
PS. Bon Voyage!

Lua de mel em Turks & Caicos

turks 1

Hoje o texto terá um tom mais pessoal, pois vou contar para vocês sobre a minha viagem de lua de mel para Turks & Caicos – um arquipélago com ilhas paradisíacas a apenas uma hora e meia de voo de Miami. Na realidade, quando fui definir a minha viagem (isso foi em 2012, ok?) não tinha nada em mente do que gostaria de conhecer. Estava tão tumultuada com todos os preparativos do casamento, a mudança para a cidade que moro hoje que a viagem foi ficando literalmente para segundo plano. Quando me dei conta, já estava a dois meses do casamento e nada de viagem fechada. Comecei a pesquisar por lugares que ofereciam o pacotão férias sem preocupação, descartando a ideia de fazer uma viagem para a Europa porque era Julho e altíssima temporada. A Ásia parecia algo muito distante (engraçado com as coisas mudam, né?) e a África exótico. Bom, foi nesse cenário de total indecisão que vi algumas fotos de uma ilha pequenininha que a Oprah Winfrey e Bill Gates adoravam se hospedar no Caribe. Já pensei na hora – deve ser bem caro! Mas depois de pesquisar bastante percebi que se encaixaria no orçamento e, finalmente, batemos o martelo! Na realidade, essa foi a última parada da viagem, antes passamos uma semana na Jamaica, que era um sonho antigo do meu marido e desde quando namorávamos ele falava que queria passar a lua de mel lá! 

Como comentei, visitei a ilha em 2012 e naquela época não era um destino muito conhecido. Na realidade, não é muito falado até hoje, mas isso deve mudar! Contando um pouco sobre o lugar: o arquipélago, localizado ao norte da República Dominicana e próximo das Bahamas, é composto por dois grupos de ilhas: as Turks, que são pequenas ilhotas ao leste das maiores, e as Caicos, que dominam a maior parte do território. A ilha mais populosa e mais desenvolvida é Providenciales, localizada na parte oeste do arquipélago, onde também está o aeroporto internacional. Seu território é de dominação inglesa, mas a moeda utilizada é o dólar americano. Uma vantagem é que a ilha está fora da rota dos furacões, sendo assim é um destino que pode ser visitado o ano todo, com temperaturas na média de 28°C e poucos períodos de chuva. 

Conhecido como o mar mais azul do Caribe, a ilha ganhou notoriedade dos viajantes mais antenados quando a sua praia Grace Bay levou o prêmio do Tripadvisor (Traveller’s Choice) como a praia mais bonita do mundo, desbancando lugares emblemáticos como Grécia, Formentera (Espanha) e Lampedusa (Itália).  A praia de Long Bay, também em Providenciales, é o local preferido dos amantes de esportes aquáticos. Por ter mais ondas que o restante da ilha, o local recebe praticantes de kitesurf, kiteboarding e parasailing – há, inclusive, escolas especializadas para ensinar os viajantes. Já a Malcolm’s Beach é a mais deserta de Providenciales, sendo preciso alugar um veículo 4×4 para chegar lá. Além disso, o lugar é um paraíso para mergulhadores com diversos recifes e atóis.

turks 3

No entanto, é na praia de Grace Bay que estão os principais hotéis e restaurantes. Como muitos hotéis na ilha não aceita crianças, a escolha numero um das famílias é o Beaches – resort da rede Sandls com uma ótima estrutura para os pequenos. O hotel possui um sistema all inclusive e com diversos restaurantes em seu complexo, além de atividades e piscinas. Outras opções na praia de Grace Bay são os hotéis Grace Bay Club, o Regent Palms e o Seven Stars – todos com piscinas enormes, restaurantes, fitness center, spas, enfim, tudo que faz parte de um resort cinco estrelas. Nos ficamos hospedados no hotel boutique Gansevoort na praia de Grace Bay e adoramos. O hotel possui um ambiente mais intimista que os demais, com uma estrutura pequena (leia-se poucos quartos), apenas uma piscina central e dois restaurantes. O que gostamos é que o quarto era uma especie de apartamento, com quarto/sala e cozinha – deixando o hóspede livre para almoçar ou jantar no quarto. 

Por fim, não posso deixar de mencionar sobre o hotel mais sofisticado da ilha – Amanyara. O resort, da badalada rede hoteleira Aman, fixou sua bandeira em Providenciales há pouco tempo e é sinônimo de exclusividade. Localizado em frente a praia, suas vilas são situadas de frente para um lago e envoltas por uma alta vegetação. Por lá, o hóspede pode optar em ficar em villas ou pavilhões (como eles chamam os diferentes tipos de quarto). Mas se não der para encarar a diária, de US$ 1.450 na baixa temporada, faça ao menos uma refeição por lá. Já dá para ter uma boa ideia do lugar!

COMO CHEGAR?

Saindo do Brasil, a maneira mais simples de chegar é com uma conexão rápida no aeroporto internacional de Miami ou Fort Lauderdale. As cias aéreas americanas: American Airlines e Delta Airlines operam nesse trecho com voos diários e duração de 1h40min. Uma alternativa para economizar, é comprar a passagem ida/volta para o aeroporto de Fort Lauderdale e de lá pegar um voo da cia aérea low cost jetBlue com valor médio de USD 150,00 (ida/volta).

O QUE FAZER?
  • lha West Caicos – lugar ideal para fazer snorkeling e avistar golfinhos. A dica a empresa Caicos Adventures, com ótima estrutura e preço justo.
  • Centrinho Grace Bay – Lugar com feirinha de artesanato, lojas de roupas e jóias. A vantagem é que todos os produtos são duty free! Não deixe de conhecer as lojas do Regent Plaza.
  • Half Moon Bay – Uma ilha linda em formato de lua crescente. A empresa Silver Deep oferece o famoso Sunset Sail! Não deixe de fazer.
  • Passeio jet-ski – A empresa Sun & Fun Sea Sports realiza diariamente passeios guiados de jet ski por toda a costa de Providenciales. Adorei fazer!
RESTAURANTES 
  • Las Brisas – Restaurante que serve café da manha, almoço e jantar! Os pratos são mais em conta e ótima opção para uns drinks, é mais agitado!
  • Coco Bistro – Restaurante lindo especializado em comida caribenha. Fica aberto durante o dia todo, até as 22hs. É super concorrido, sugiro fazer reserva!
  • Stelle Restaurant – Fiquei hospedada no hotel Gansevoort e indico seu restaurante Stelle. Ótima opção para jantar e para conhecer o local.
  • Magnolia – Jantamos nesse restaurante em nossa última noite na ilha e fechamos com chave de ouro a viagem! O lugar tem uma vista linda para a Marina e fica ainda mais especial durante o pôr do sol.
Os táxis na ilha possuem um serviço de sharing e vc divide com outras pessoas. Não vale a pena alugar carro! Não deixe de colocar repelente na mala 😉