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Enxoval em Nova York – Parte I

Hoje o tema do post será um pouco diferente do que costumo compartilhar por aqui! Como alguns de vocês já sabem, estou grávida do meu primeiro filho (sim, é um menino!) e vou contar todos os detalhes da organização da minha viagem a Nova York para compra do enxoval. Como o assunto é um pouco extenso, pensei em escrever vários posts e, assim ajudar, com a minha recente experiência, a viagem de enxoval das futuras mamães aqui do blog. Então vamos para o primeiro post:

Introdução da viagem

Assim que fiquei sabendo da gravidez já comecei a pensar na viagem do enxoval. Sempre falei para o meu marido/família que tinha muita vontade de fazer a compra do enxoval do bebê no exterior pela variedade de produtos, roupinhas com boa qualidade e preço justo. Escutava relato de amigas que tinham ido aos Estados Unidos para comprar todos os produtos do bebê e sempre era o mesmo comentário: ” vale muito a pena pela quantidade de produtos que não encontra no Brasil“. Bom, como uma boa virginiana que sou, praticidade é uma palavra de ordem e ter esses itens “modernosos” que ajudam no dia a dia do bebê é tudo o que precisava. 

No entanto, de uns tempos para cá, com a alta do câmbio e instabilidade no preço das passagens, essa vontade de vontade de fazer a viagem sempre vinha acompanhada com uma pergunta “será que vale a pena comprar todos os produtos no exterior com o dólar a quase quatro reais? “. De fato, até pouco tempo, era inegável o preço mais em conta de alguns produtos comparados ao Brasil – desde itens pedidos no chá de bebê, roupinhas até acessórios maiores. Mesmo considerando os gastos com a viagem, era possível economizar bastante, o que fazia de Miami, Orlando e Nova York destinos interessantíssimos para as grávidas brasileiras. Mas com o cenário atual, é preciso fazer conta e o jeito foi buscar opinião de especialistas antes de fechar a viagem. Resumindo o que encontrei pela internet foi “mesmo com a alta do dólar, vale a pena apenas para alguns itens, como carrinho do bebê, baba eletrônica, cadeirinha de carro, entre outros. Os produtos de higiene, como shampoos, cremes e lenços umedecidos são dispensáveis, afinal ocupam muito espaço na mala e é possível encontrar boas marcas no Brasil”. Muitos especialistas afirmam que mesmo com o dólar nas alturas é possível fazer uma lista bem planejada e gastar 1/3 do que gastaria no Brasil. Esse raciocínio é embasado pela alta tributação dos produtos brasileiros e, alguns itens importados, chegam ao Brasil com o preço muito mais elevado e a diferença chega a ser de 120% em relação aos preços praticados nos Estados Unidos.

Sendo assim, a conclusão foi a seguinte: é preciso fazer conta e chegar com um bom planejamento, uma única lista em mãos e ter conhecimento do que será comprado (marca e modelo) e em quais lojas, para não perder tempo nem dinheiro. As principais lojas oferecem todos os produtos em seus próprios sites, algo que facilita na hora de montar a lista e fazer uma comparação de valores – a internet é a sua grande aliada!

Planejamento da viagem:    

Após a decisão da viagem, a primeira coisa que fiz foi pesquisar as passagens no site do Passagens Imperdíveis e buscar alguma promoção. Como gostaria de viajar a partir do segundo trimestre da gravidez (quando completasse 12 semanas), tinha mais flexibilidade nas datas, podendo viajar fora de feriados e datas comemorativas. Por sorte, a minha viagem foi na baixa temporada dos Estados Unidos (entre Março e Maio) e um ponto que contribui para a economia no preço da passagem. Outro ponto é que gostaria de fazer a viagem para Nova York, afinal sou apaixonada pela cidade e, como ia viajar apenas com a minha mãe, a logística de fazer tudo a pé, sem a necessidade de carro, contribui bastante para a decisão. Algo delicado em Nova York é o valor da hospedagem (uma das cidades americanas mais caras), por isso comecei a pesquisar a hospedagem com bastante antecedência e buscar uma diária dentro do meu “budget” orçamento programado. Já comentei por aqui que sempre olho no site do Tripadvisor os hotéis com o melhor custo x benefício, ou seja, que oferecem uma boa localização por um preço justo. Para a minha surpresa, encontrei três hotéis da rede Affinia – ambos novos e muito bem localizados. 

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++++ Por fim, encontrei uma passagem aérea da companhia American Airlines (voo direto São Paulo – JFK) por R$ 1.500,00 e optei pelo Fifty NYC -an Affinia Hotel – um hotel localizado em Midtown, fora do agito da Times Square (entre a Lexington Ave e 3rd Ave) e ao lado de duas estações de metro (51st e 53st). A minha experiência no hotel da rede Affinia foi bem satisfatória: o check-in foi rápido, o quarto é espaçoso/ com duas camas de casal e o banheiro segue o padrão americano (pequeno, com banheira e funcional). Um ponto negativo é que não tem café da manhã incluso na diária e o ponto positivo é que o hotel não cobra para armazenar produtos comprados pela internet antes do check-in

Organização da lista:

Assim que a viagem foi definida, a próxima etapa foi a organização da lista de compra do bebê. A ajuda de amigas e cunhada foi fundamental nesse momento, pois tinham viajado recentemente e podiam avaliar os produtos que valeram a pena ou não nos primeiros meses de vida do bebê. Um ponto importante foi definir o orçamento, quanto gostaria de gastar para comprar todos os itens necessários. Comecei montando a lista de roupinhas e nesse momento já deu para perceber a economia: enquanto, no Brasil, um body básico de manga longa custa na faixa de R$ 30 a R$ 35, em grandes lojas de departamento americanas, como a Carter’s, dá para encontrar o mesmo body (às vezes com um tecido BEM melhor) por US$ 3. Levando em conta que um enxoval básico pede pelo menos 12 bodies (6 de manga curta e 6 de manda longa a cada 3 meses do bebê), a economia é realmente grande.

Na seguida organizei uma tabela com toda a relação dos produtos indicados. Em uma coluna coloquei o valor médio do produto no Brasil (somente o que encontrei na minha cidade) e em outra coluna o valor nos Estados Unidos – encontrei todos os valores no site oficial das lojas: Buy Buy Baby e Babies”R”Us – duas das maiores lojas de bebês e que possuem unidades em Nova York. Feito isso, fui analisar o preço dos produtos no site da Amazon e checar se tinha alguma promoção ou produtos que era mais fácil comprar por lá.

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Itens essenciais no enxoval do bebê:

Como já disse, a lista foi planejada para os primeiros 12 meses do bebê. Para facilitar na hora da compra, separei por categorias: brinquedos, cama & banho, alimentação, amamentação, eletrônicos, alimentação e higiene & farmácia e inclui todos os produtos que eram mais comentados nas listas das minhas amigas. Achei essa maneira mais fácil e no fim valeu a pena, pois nas lojas físicas era mais fácil para encontrar os produtos por categoria. 

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++++ Vocês podem perceber que alguns itens básicos não constam na lista como bebe conforto, máquina de tirar leite e cadeirinha de balanço da Fisher Price. Não comprei esses produtos porque a minha cunhada me emprestou (o bebe dela terá a diferença de apenas um ano do meu), no entanto encontrei todos esses produtos nas principais lojas como Buy Buy Baby e Babies “R” Us. Já o carrinho do bebê uma amiga vai trazer da Holanda!

Outros itens que foram excluídos da lista: toalhas de banho (achei o preço melhor no Brasil), toalhas de boca (já ganhei várias!), banheira de pé (achei mais fácil comprar na Tip Top do Brasil), rack para secar as mamadeiras (algo que não foi muito bem indicado por amigas) e itens para o enxoval do quarto (optei em comprar no Brasil).

Compras online:

Algo que fiz e realmente valeu a pena foi comprar os itens mais básicos pela internet. Antes de começar as compras, é importante checar com o hotel se eles aceitam a encomenda e qual é a politica de recebimento. Nesse caso, o hotel da rede Affinia não cobra nenhuma taxa extra até cinco caixas antes do check-in, caso ultrapasse o limite, o valor por caixa é de 5,00 USD. Outra vantagem das compras online é que nos Estados Unidos, por exemplo, sites como a Amazon não cobram taxas para entregas domésticas, o que faz toda a diferença no preço final dos produtos. 

Vale ficar atento a forma de pagamento, afinal alguns sites só aceitam cartão de crédito com endereço válido nos Estados Unidos (foi o caso da loja online da babyGAP). Nesse caso, uma boa alternativa é o PayPal, mas é sempre bom lembrar que as compras efetuadas pelo cartão de crédito e pelo PayPal (para quem usa cartão brasileiro) não estão livres da cobrança de 6,38% do IOF.

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Alguns itens que comprei online:

  • Measupro thermometer no site da Amazon: uma amiga indicou este termômetro e disse que o único lugar que tinha encontrado era no site da Amazon. Para economizar tempo e procura pelas farmácias de NY, comprei online e chegou em apenas cinco dias. 
  • Body branco da Carter’s: Esse é um item que não sabia da existência até ficar grávida (risos). É praticamente o uniforme do bebê nos primeiros meses e precisa comprar uma média de 12 (6 mangas longas/6 mangas curtas) para cada idade: 3 meses, 6 meses, 9 meses e 12 meses. Já havia lido na internet que era muito dificil encontrar na loja do outlet, dessa forma a melhor alternativa foi comprar online e aproveitar os ótimos descontos do site. Também chegou muito rápido pelo UPS (correios americano). 
  • Pijamas da BabyCottons: Os bebês costumam usar pijamas a partir do sexto mês (isso também foi novidade!) e para variar o uniforme – body branco – uma alternativa são os pijamas da marca Baby Cottons. Já adianto que não são baratos, mas o material de algodão pima é incrível e o site sempre tem umas promoções que valem a pena! Comprei quatro pijaminhas com 60% de desconto
  • Playmat no site da Amazon: Encontrei em muitas listas americanas esse tapetinho de brincar que estimula muito os sentidos do bebê nos primeiros meses. Como não é uma marca fácil de encontrar, optei em comprar online e valeu muito a pena! 
  • Roupas da Janie & Jack: Essa loja foi “amor a primeira vista” assim que comecei a pesquisar sobre as melhores lojas de bebê nos Estados Unidos! As roupas são lindas e tem uma variedade muito bacana para todas as idades. Em Nova York só tem uma loja (com pouca variedade), sendo assim a saída foi comprar alguns itens pela internet e aproveitar os descontos da marca! A taxa de entrega foi USD 25,00 e os produtos chegaram no hotel em 4 dias

Impostos e alfândega no Brasil:

Por fim, a volta ao Brasil com os itens comprados, como foi a minha experiência: comentei no post que viajei apenas com a minha mãe, pois o meu marido não conseguiu férias no trabalho. Sendo assim, a nossa franquia de bagagem era restrita (apenas 2 malas de 32kg por pessoa), nada mais que isso. A nossa logística foi levar apenas uma mala por pessoa e uma outra mala no estilo saco dobrada (mais a mala de mão). Essa ideia pode não ser tão para quem pretende comprar o carrinho no exterior, pois a única forma de despachá-lo é na caixa e conta como uma mala.  

Como vocês devem imaginar, a legislação para compra de enxoval no exterior é bem complexa. Com exceção dos bens de uso pessoal, existe um limite de valores por pessoa (US$ 500,00) e quantidade (no máximo 40 itens – algo bem estrito para enxoval). E uma dúvida que tinha era se os itens comprados se enquadram na categoria bens de uso pessoal – a resposta é não, afinal o pequeno não esta ainda no mundo para se apresentar como dono das peças! 

Não existe uma regra para não ser taxado, mas ai vão algumas dicas:

1) Arrume bem a sua mala, otimizando espaços, para não assustar com muitos volumes.
2) Tire etiquetas e caixas de TUDO que comprar. Isso é uma prova de que as peças são suas – e não para revenda (ATENÇÃO: essa postura não tem como objetivo burlar ou enganar ninguém, apenas provar que os itens são de uso pessoal).
3) Mamadeiras e respectivos bicos, por exemplo, já podem vir dentro do esterelizador. Isso facilita inclusive no caso de você ser vistoriada, já que muidezas soltas na mala podem acabar se perdendo.
4) Use o bom senso na hora das quantidades – até porque exagerar é desperdício, já que o bebê acaba nem usando tudo. Traga apenas o necessário.

E aí viajantes, gostaram do post? No próximo compartilho as dicas de todas as lojas que visitei em Nova York e como conseguir descontos!

PS. Bon Voyage!

Restaurantes Miami

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    Foi se o tempo que uma viagem ao Estados Unidos não era sinônimo de uma experiência gastronômica. De alguns anos para cá, o cenário mudou: saiu de cena os lugares especializados em junk foods e entrou uma nova geração de restaurantes descolados e chefes com renome internacional. Sendo assim, acompanhar as novidades nas principais cidades é algo difícil, principalmente quando se fala em Miami. Visitei a cidade recentemente e selecionei para vocês uma lista que inclui os clássicos imperdíveis e alguns novos que vale a pena visitar.

 Clássicos:

  • Zuma

Referência na culinária japonesa contemporânea, o Zuma é o lugar que nao pode faltar em uma lista de restaurantes em Miami. Com um ambiente badalado e pratos bem elaborados, é o lugar para ir com amigos e apreciar uma boa comida. Fazer reserva pelo site do Opentable

270 Biscayne Blvd (Hotel Epic Miami) – $$$$ 

  • Juvia

Provavelmente o restaurante com a vista mais bonita de Miami. Localizado em uma antigo prédio garagem, é o lugar ideal tanto para o almoço ou jantar.

Lincoln Road Mall, 1111 – $$$ 

  • Casa Tua

Restaurante italiano com pratos fartos e bem elaborados! Vale sentar na área externa, uma delicia.

Casa Tua Hotel, 1700 James Ave – $$$ 

  • Il Gabbiano

Restaurante italiano bem tradicional localizado em Key Biscayne.

335 S Biscayne Blvd, Miami – $$$

  • Yardbird

Um dos clássicos especializado em comida sulista em Miami. Com um ambiente descontraído, é o lugar ideal depois de uma comprinhas pela Lincoln Road.

1600 Lenox Ave, Miami Beach – $$$

  • Joe’s Stone Crab

Um clássico de Miami e provavelmente o restaurante mais conhecido da cidade. Um lugar bem descontraído e sua especialidade são os frutos do mar, principalmente o caranguejo. Fique de olho nas datas porque só abre de Outubro a Maio.

11 Washington Ave, Miami Beach – $$

  • Smith & Wollensky

Localizado no South Pointe Park, um dos melhores restaurantes da cidade especializado em carnes e frutos do mar. O ideal é fazer um almoço mais tarde e apreciar o pôr do sol pela área externa.

1 Washington Ave, Miami Beach – $$$

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  • Seaspice

Um dos restaurantes mais badalados de Miami. Especializado em culinária mediterrânea, tem um ambiente maravilhoso a beira de um canal. Indicado para almoço ou jantar!

422 NW North River Dr – $$$

 Novidades:

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  • 27 Restaurant & Bar

Um achado em Miami dentro do antigo hotel Indian Creek e atual Freehand Miami Hostel. Possui um ambiente bem descolado e uma comida caseira impecável. Me desculpe o clichê, mas nao tem como negar: bom, bonito e barato.

2727 Indian Creek Dr – $$

  • Bocce Bar

Especializado na culinária italiana, o Bocce Bar é uma das novidades em Midtown. O lugar segue uma tendência forte dos restaurantes em Miami: pratos pouco elaborados, sabores autênticos e ambiente descontraído. Lugar indicado para almoço e jantar!

3252 NE 1st Ave, Unit 107, Miami – $$$

  • Sugarcane raw bar and grill

Restaurante badalado com um conceito diferenciado: três cozinhas, cada uma contemplando um estilo especifico, mas todas preparando pequenas porções “tapas”.

3252 NE 1 st Ave – $$$$

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  • Michael’s Genuine Food & Drink

Um das melhores opções no Design District. Restaurante dentro de um galeria com um clima descontraído, mesas na calçada e pratos bem elaborados!

130 NE 40th St, Miami – $$$

  • Mandolin

Restaurante especializado na culinária grega e turca no bairro descolado de Design District. O ambiente é aberto e o ideal para um almoço longo e sem pressa!

2 nd AVE – Design District – $$

  • Lido Restaurant & Bayside Grill

Restaurante de frente para o mar, dentro do The Standard Spa Hotel, com um clima pool party e o ideal para drinks no fim do dia. Inspirado na culinária e estilo de vida Mediterrâneo, seu menu prioriza comidas saudáveis e naturais, como polvo grelhado, mezze árabe (com húmus e iogurte com pepino), tartar de atum e guacamole, entre outros. Para acompanhar, vinhos biodinâmicos!

40 Island Avenue – $$$

Mais algumas opções: Seagrape, Katsuya e Shikany.

 E aí, viajantes, qual é o restaurante favorito de vocês em Miami?

PS. Bon Voyage!

Roteiro Califórnia | Parte 1

foto 2    Fazer uma viagem de carro pela costa oeste americana sempre foi um dos tópicos da minha “bucket list”. A Califórnia fazia parte do meu imaginário desde quando era adolescente, certamente pelos inúmeros seriados e filmes que eram rodados por lá. De fato, o estado possui uma beleza indiscutível e suas praias são conhecidas mundialmente. Sendo assim, a tarefa mais difícil é montar o roteiro! São inúmeras possibilidades de paradas, cidades escondidas e vilarejos charmosos. Além de sempre vir à tona a ideia “já que estou na Califórnia por que não dar um pulo até tal lugar?”. Aquela nossa mania de querer completar mil destinos em uma única viagem, digo nossa porque também sou assim! Comentei no post anterior (AQUI), que o motivo da minha viagem à Califórnia foi para procurar o meu vestido de noiva em Los Angeles. No entanto, o motivo do meu marido (na época noivo) era conhecer Las Vegas. Pensando na necessidade de cada um, e a viagem de carro, criei o meu roteiro. Abaixo compartilho como comecei a elaborá-lo:

   Geralmente o percurso começa em uma das grandes cidades com aeroportos internacionais da região: Los Angeles, São Francisco ou Las Vegas. No meu caso, após uma pesquisa detalhada, a melhor passagem encontrada foi ida por Las Vegas e volta por São Francisco. Os sites (submarino viagens, expedia, kayak), que reúnem passagens de várias companhias aéreas, são uma boa ferramenta de pesquisa e disponibilizam muitas tarifas promocionais que não são encontradas no endereço da própria empresa. Mas não se iluda, esses portais trabalham como agências de viagem e cobram taxas extras pela “ajuda”. Por isso, vale a pena checar nos dois e comparar o melhor preço final. O segundo ponto dessa viagem é separar a quantidade de dias para cada cidade. Minha dica é sempre ter em mente o pensamento “Quem quer conhecer tudo, não conhece nada”. A variedade é um grande atrativo, mas nesse caso pode atrapalhar. Com isso, a minha métrica foi a seguinte: 3 a 4 dias para as cidades maiores, 2 dias cidades menores e 1 dia para ponto de parada. O terceiro ponto é: qual o meio de transporte para percorrê-las? Como gostaria de fazer a viagem de carro, aluguei o veiculo no meu último dia em Las Vegas e devolvi em São Francisco. No total foram sete dias e muitas locadoras como a Enterprise, Dollar e Alamo, cobram 600 dólares por uma semana de carro. Com isso meu roteiro ficou assim:

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    Outra maneira de elaborar esse roteiro é a seguinte: incluir uma cidade de praia, uma cidade montanhosa e uma atração principal. Nesse caso, o roteiro é personalizado e atende a necessidade individual do viajante.

Quais praias devo visitar?

A Califórnia possui as praias mais conhecidas do país e algumas são imperdiveis: Laguna BeachVenice BeachMalibu BeachHuntington BeachEl Matador BeachParadise Cove Beach e Zuma Beach. Todas ficam muito próximas entre si e o melhor local para hospedagem é Santa Monica ou LA.

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Cidades montanhosas?

Nem só de verão vive a Califórnia! O estado nos remete a calor e praia, mas oferece algumas alternativas aos que preferem fugir dessa combinação. Um dos lugares mais procurados, durante o inverno, é o Lake Tahoe. O local possui a melhor estação de ski da Califórnia e uma ótima infra estrutura. Outra opção é o Yosemite Park, região montanhosa próxima de Sao Francisco. O parque nacional é muito visitado e agrada aos aventureiros e alpinistas. Vale separar de 2 a 3 dias na região.

O que quero dizer com atracão principal?

Algo direcionado ao seu interesse! Se vc é jovem e procura um lugar mais badalado, pense em incluir Las Vegas, Los Angeles, San Diego ou Venice Beach em seu cronograma. No entanto, aos casais apaixonados vale pensar em Napa Valley ou Carmel. Outro ponto: se vc é praticante de esportes vale pensar em Grand Canyon e Pebble Beach, local preferido dos golfistas.

    O indicado para um viagem proveitosa na Califórnia são 14 (quatorze) dias. Não pense em jamais fazer o trajeto Los Angeles – Sao Francisco de uma tacada só. Não vale a pena! O mínimo que você precisa nesse trajeto é uma pernoite em algum ponto da viagem. Isso também vale para as outras opcões que sugeri para o roteiro personalizado! No próximo post, comento sobre cada lugar que conheci nessa viagem!

PS. Bon Voyage!