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Roteiro Sudeste Asiático – dicas de Bangkok

_DSC8829 _DSC8834 _DSC8840 _DSC8848 _DSC8869    Bangkok é a cidade mais visitada da Ásia e foi a nossa primeira parada no continente! Comentei (aqui) que a Tailândia foi o nosso ponto de chegada e partida, mas por conta das monções optamos em explorar o destino durante uma próxima viagem. No entanto, ficamos dois dias inteiros na capital e colhemos dicas de amigos (e sites) para fazer o máximo de atividades em pouquíssimo tempo! Quem vai para lá não precisa seguir um roteiro tão frenético (afinal a cidade já tem um ritmo bem acelerado) mas não pode deixar de visitar as atrações abaixo:

    O mais fascinante de Bangkok são os seus templos budistas e rituais religiosos. A cidade não é propriamente “linda” e tem cenários maravilhosos, mas os seus monumentos sagrados são um capitulo à parte. Esses lugares são considerados um “oásis sagrado” em meio a atmosfera vibrante e trânsito caótico da cidade. Sim, vá preparado para enfrentar alguns engarrafamentos, pois é enorme a quantidade de carros nas ruas, sem falar nos tuk-tuks – triciclos motorizados com cabine para dois ou mais passageiros. Por outro lado, maravilhe-se com o moderno sistema BTS Skytrain, meio de transporte público que é quase uma atração turística local, além de eficiente e muito barato! Esse trem suspenso atende a maior parte do centro da cidade. São duas linhas que se conectam na Siam Square e cruzam Bangkok de norte a sul, além de conectar com o sistema de barcos na estação Sathorn Pier.

De fato, a principal atração turística em Bangkok merece uma atenção especial! A vantagem que todos ficam próximos entre si e ao lado do rio Chao Phraya, principal artéria da cidade. Por ele chega-se até Ayutthaya, capital do antigo Reino de Sião, hoje tombada como patrimônio mundial, que concentra ruínas de palácios reais, templos e estátuas do período entre 1350 e 1767. Mas falando sobre os templos, um roteiro bacana pela cidade começa no Grand Palace, um complexo com 100 edifícios do século 18 que ocupam uma área significativa no centro de Bangkok. O palácio principal, que dá nome ao conjunto, foi construído para ser residência do rei e rainha, mas hoje no local acontece alguns eventos da família real. Como a maioria dos templos budistas, não é permitido entrar com roupas curtas ou braços de fora, portanto vá coberto! Mas se o calor estiver de matar (temperatura recorrente) é possível “alugar” uma camisa e sari na entrada dos templos, sem cobrança nenhuma adicional – apenas o pagamento de uma valor simbólico e devolvido após a devolução das roupas. 

    Ao lado do complexo, a apenas 900 metros de caminhada, esta outro templo que merece atenção: Wat Pho. Datado do século 16, é o mais antigo da cidade e abriga um descomunal Buda de ouro e madrepérola inclinado, com 46 metros de comprimento e 15 metros de altura. Neste templo, aproveite para relaxar na Escola de Massagem. Por fim, inclua no roteiro religioso o templo de Wat Arun, que tem uma torre de 80 metros de altura decorada por mosaicos com porcelana chinesa. O templo fica às margens do rio Chao Phraya River e para chegar lá basta atravessar de ferry. Vale deixar esse templo para o fim do dia e aproveitar o visual do por do sol.

    Uma das atrações mais típicas de Bangkok são os mercados flutuantes localizados nos arredores da cidade. A aproximadamente 100 quilômetros do centro, o de Damnoen Saduak é fácil de chegar de ônibus. De volta à terra firme da capital, conheça o enorme mercado Chatuchak, que, nos finais de semana, reúne 15 mil bancas de esculturas, porcelanas, suvenires e artesanatos – tudo sempre “pechinchável”.

RESTAURANTES

Nesse post aqui comentamos sobre os clássicos restaurantes de Bangkok! São os que estão localizados no topo dos hotéis e oferecem uma vista noturna incrível. Abaixo mais algumas opções para incluir no roteiro:

Restaurante especializado em culinária tailandesa, o lugar oferece os clássicos e pratos típicos memoráveis. 

Ambiente lindo, despretensioso e especializado na culinária italiana! Sim, essa é para quem quer dar uma pausa na culinária asiática.

Restaurante localizado dentro de um hotel boutique e que oferece uma visita incrível para o templo Wat Arun. Esse lugar precisa de reserva e vale pedir para sentar na varanda!

Especializado em comida tailandesa. Ambiente simples e pratos bem servidos.

Essa é para quem ama comida japonesa! Restaurante com pratos criativos e ótima qualidade dos peixes.

Um toque francês em Bangkok! Bistro com pratos típicos franceses, lindos e saborosos.

Atualmente o restaurante mais badalado de Bangkok! Atualmente considerado o 13º melhor restaurante da Asia, o lugar oferece um menu degustação com pratos criativos e bem elaborados. Vale reservar com bastante tempo de antecedência! 

VOOS INTERNOS

    A aeroporto Bangkok Suvarnabhumi é ponto de partida para todos os voos internos na Tailândia e para quem quer completar o roteiro com Camboja, Laos e Vietnã. A cia aérea principal do país é a Thai e oferece ótimos voos em aviões novos e tripulação atenciosa. Compramos as nossas passagens pelo site do skyscanner e uma dica antes de embarcar é sempre fazer o check-in online! facilita muito no dia da viagem.

HOTEIS

A cidade de Bangkok é muito bem servida de hotéis com ótima qualidade e preços relativamente mais baixos que outros lugares na Asia. Por lá, é possível encontrar hotéis de bandeiras internacionais e hotéis boutiques com ambiente simples e confortável. Veja só algumas opções:

Situado bem no centro da cidade, esse hotel oferece estatura moderna, wifii em todos os quartos e shuttle para a estação de trem suspensa mais próxima: Chidlom BTS Skytrain Station. Um diferencial é o café da manha incluso na tarifa servido no restaurante Café Claire. 

Com instalações modernas e serviço diferenciado, o hotel da rede Sofitel é uma ótima opção em Bangkok. Localizado no centro da cidade, tem fácil acesso as principais atracões e transporte publico. Para ter uma ideia, o valor da diária nos meses mais movimentados (Nov a Março) é de R$ 450, 00 o quarto para o casal!

E aí, viajantes, gostaram das dicas de Bangkok? 

PS. Bon Voyage!

Organização roteiro Ásia

_DSC0017   Quem me acompanha pelo insta sabe que acabei de voltar de uma viagem de vinte dias pela Ásia. Estava ansiosa para visitar esse lado do mundo, até então inexplorado, e conhecer um pouco da fascinante cultura oriental. No começo do ano, fiz um post (aqui) com os destinos que estavam em primeiro lugar na minha Bucket List (lista de desejos) e foi uma delícia poder conhecer alguns deles! Essa foi a minha primeira vez no continente e, segurando a vontade de fazer 10 países em 20 dias, visitei apenas quatro! Sim, talvez, esse seja um dos maiores desafios encontrados na hora de organizar uma viagem para o continente asiático, afinal por lá é muito fácil encontrar: voos baratos + curto deslocamento – uma equação perfeita para os viajantes mais acelerados! Vou começar a série de posts contando um pouco da minha organização prévia, depois faço o review dos hotéis e, por fim, atrações & restaurantes! 

    Já comentei por aqui que acredito que o destino costuma escolher o viajante, não ao contrário. Mas em tempos de crise prefiro dizer que uma passagem aérea promocional é o fator decisivo para conhecer um novo destino! Brincadeiras à parte, com a cotação alta do dólar e euro, achar uma passagem com um bom preço é um grande desafio. Sempre acompanho as promoções do site Passagens Imperdíveis e quando vi uma promoção para Bangkok, pensei “É essa mesmo”. A cidade é atualmente a mais visitada na Ásia e tem um grande diferencial: custo baixo para o viajante e um aeroporto que é ponto de chegada & partidas das principais cia aéreas da Ásia, ou seja, tem voos para todos os lugares. Essa é uma boa linha de raciocínio para encontrar voos de companhia aérea low cost (mais barata) e reduzir custo no planejamento! O voo que comprei é operado pela Delta e tinha duas escalas: em Nova York (JFK) e Toquio (Narita). E vocês me perguntam, cansativo? Sim, muito! Mas com conexões folgadas deu tempo até para descansar! De um modo geral, todos os voos foram muito tranquilos e o crew da Delta Pacific está de parabéns – simpáticos e extremamente educados! 

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   Depois da passagem, começa o momento de maior indecisão do roteiro: para onde ir? Costumo ter sempre em mente uma regra que aprendi com o oráculo dos viajantes – Ricardo Freire: “Use o método clássico recomendado para arrumar malas: selecione todos os lugares que você gostaria de visitar, e então reduza à metade. Ou a um terço. Na excitação da montagem do roteiro, nossa tendência é empilhar todos os lugares que estejam no caminho (e fazer longos desvios para chegar a outros). No mapa, tudo parece perto. Mas números frios, como quilometragens e durações de vôos, não levam em consideração o tempo que se gasta em arrumar a mala, fechar a conta do hotel, deslocar-se ao aeroporto (e chegar com a antecedência necessária para o check-in), vencer o trânsito dos anéis viários para sair de cada cidade e entrar na próxima (em viagens de carro), encontrar o próximo hotel, fazer o check-in, subir com as malas“. Sim, é importante pensar que vale ficar pelo menos três noites em cada lugar e, se for cidade grande, separe quatro. Pode parecer exagero, mas esse é um método para otimizar o tempo de viagem e claro reduzir custos: menos deslocamentos, taxas de hotel, táxi e por aí vai. 

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ROTEIRO

  O nosso roteiro ficou dividido da seguinte forma: 1 noite em Bangkok, 1 noite no barco em Halong Bay, 2 noites em Hanoi, 3 noites em Hong Kong, 3 noites em Cingapura e 4 noites em Bali! Por fim, ficamos mais uma noite em Bangkok apenas para dormir antes de pegar o voo de volta para o Brasil. Esse é o tipo de viagem que tem vale fazer pelo menos 15 dias para não ficar tão cansativo! Mesmo com a facilidade de voos na Asia, o processo é trabalhoso e dia de deslocamento é sempre perdido. 

VOOS INTERNOS

    Além disso, para definir o roteiro levamos em consideração lugares que gostaríamos de conhecer, próximos entre si, e não afetados pelas monções – fenômeno climático típico do Sudeste Asiático com muito vento e chuvas! Dessa forma, desconsideramos ficar na Tailândia (a melhor época para visitar é entre Novembro e Fevereiro) e optamos por Vietnã, Hong Kong, Cingapura e Bali. Em cada lugar ficamos três noites e o deslocamento foi feito de avião pela cia aérea Jetstar (filha mais nova da gigante Qantas, sabem?) com tempo de voo de no máximo 2h30min. Sempre compro pelo site da Skyscanner e não tem erro. 

VACINAS

    Um ponto importante para a organização do roteiro para a Ásia são as vacinas e vistos. No caso da Tailândia, qualquer brasileiro é obrigado a entrar no país com o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia e a vacina de febre amarela válida. Para adquirir o CIVP é bem simples: fazer um pré-cadastro no site da Anvisa e depois comparecer a um dos centros de atendimento (lista completa aqui) com a seu certificado de vacinação que recebeu no posto de saúde (com a vacina de febre amarela) e RG. O número da identidade será incluso no CIVP (não faça com o número do passaporte por conta da validade). Ao chegar no aeroporto de Bangkok, antes de ir para a fila da imigração, é obrigatório passar pelo health control e preencher um formulário (diferente do que você receberá dentro do avião) com algumas informações básicas. Após isso, é só entregar esse formulário com o CIVP no guichê e receber um carimbo! 

VISTOS

    De todos os países que visitei, apenas o Vietnã solicitava um visto de entrada no país (lembrando que Hong Kong é o único lugar na China que não pede visto, o restante sim). No Vietna, existe duas opções disponíveis para nos brasileiros: a primeira via consulado que fica em Brasilia e a segunda por um site que emite o certificado de Visa on Travel. Pensando no método mais fácil (e rápido) escolhemos a segunda opção e foi ótimo! Para adquirir o pré visto foi bem simples: basta acessar o link (aqui), preencher o formulário disponível, efetuar o pagamento (uma taxa de serviço que é comprado pelo site de 19 USD) e aguardar pelo envio da Carta de Aprovação (Approval letter) para o seu e-mail. Essa carta deverá ser apresentada na chegada ao Vietnã – num balcão identificado como Landing Visa Counter – acompanhada de duas fotos de passaporte (tirei no aeroporto de Bangkok porque esqueci de levar do Brasil). Em seguida, os custos do visto deverão ser pagos. O valor a ser desembolsado na hora, por pessoa, varia de 45 USD a 65 USD, dependendo da entrada – se é única ou se são múltiplas.

MOEDA

   A moeda normalmente é um assunto polêmico para os viajantes! Muitos acreditam que vale a pena trocar o dinheiro já em espécie no Brasil, outros que é melhor gastar no cartão de crédito (o IOF é 0,38% para o dinheiro vivo, 6,38% para todas as outras modalidades) e, por fim, tem quem acredita que o cartão pré-pago é a melhor solução! Todas as opiniões são respeitadas, mas tenho uma fórmula de viajar há algum tempo que costuma dar certo: levo 60% do dinheiro em espécie e 40% fica previsto para eventuais gastos no cartão de crédito. Esse mix funciona para não ficar com tanto dinheiro em mãos e gastar no cartão só se realmente precisar. No meu caso, levei dólares e troquei em casas de câmbio em cada país visitado. No atual momento, o dólar é uma moeda muito forte e aceita em muitos lugares na Ásia. Provavelmente perde um pouco na conversão, mas mesmo assim vale a pena.

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HOTEIS

     Esse é um capitulo a parte da nossa história! Tive a oportunidade de visitar quatro e ficar hospedada em um barco-hotel em Halong Bay, Vietnã. Vou comentar sobre cada nos próximos posts!

E aí, viajantes, gostaram das dicas? 

PS. Bon Voyage!




Dicas do leitor – Bangkok, Tailândia

    Como prometido, a segunda parte com as dicas do leitor está no ar. A Natalia, convidada da semana, visitou o Sudeste Asiático em sua lua de mel e está comentando aqui tudo que mais gostou. No post anterior (aqui!), ela deu dicas sobre Phuket e Phi Phi Island. Hoje, as dicas serão de Bangkok. A cidade já apareceu no PS, fiz um post sobre os lugares mais visitados do mundo. A capital da Tailândia, é a maior cidade do país e considerada o portão de entrada da Ásia. São diversas cias aéreas que fazem conexão no aeroporto internacional Suvarnabhumi, este considerado um dos vinte aeroportos mais movimentados do mundo.

Foto Bangkok 2    Segundo a Natalia, a primeira vista da capital não é das melhores “Mesmo já avisados, levamos um susto quando chegamos a Bangkok. A cidade é suja, têm um transito caótico, barulhenta e muito pobre. Definitivamente, não era um lugar para se visitar na lua de mel. Mas aos poucos fomos abrindo a cabeça e reconhecendo a beleza do local. Como toda metrópole, Bangkok têm super hotéis, lojas de marca, restaurantes maravilhosos (de todos os tipos), bares no topo de edifícios suuuper altos, muito charmosos”.

     Contrastando totalmente ao caos urbano, o local possui uma significativa diversidade cultural. A capital da Tailândia é pulsante, com prédios modernos misturados a construções antigas e bem pobres. É considerada, por muitos, a Veneza da Ásia, pois o rio Chao Phraya ainda é utilizado como meio de locomoção.  O turismo é o setor da economia que “sustenta” o país, aliado ao setor têxtil. Alguns fatores tornam Bangkok única, como seus templos e mercados. A Natalia cita alguns lugares imperdíveis:

MERCADOS – Um dos lugares mais surpreendentes e característico de Bangkok. Segundo a Natalia, “negocie muito, na cara de pau. Até a gente que não gosta de negociar, nos rendemos no primeiro dia”.

FLOATING MARKET – famoso pelos barquinhos. É interessante, colorido e tem bastante coisa pra ver.

Foto Bangkok 11FLOWER MARKET – basicamente só flores, tipo Ceagesp, em São Paulo.

DEATH MARKET (MAEKLONG) – imaginem um mercado em torno de uma linha de trem que passa bem no meio algumas vezes por dia?  Três minutos antes, as barracas se recolhem para o trem passar, quase raspando, depois voltam ao normal. Ele fica mais afastado do centro.

NIGHT MARKET – No centro de Bangkok, ir ao final do dia.

TEMPLOS – Principal razão pra ir à Bangkok. Os templos são incríveis.

WAT PHO – onde está o famoso Buda deitado. O local permiti a presença de turistas durante a cerimônia dos monges tailandeses.

Foto Bangkok 1GRAN PALACIO –  o mais impressionante, exatamente o que eu imaginava e queria conhecer da Tailândia. Onde fica o Palácio Real, o Buda Esmeralda e possui uma arquitetura tailandesa bem requintada.

Foto Bangkok 8WAT ARUN – na margem do rio, vale subir as escadas com os degraus gigantes e estreitos.

Foto Bangkok 9     A culinária tailandesa é famosa mundo a fora. No entanto, não são todas as pessoas que gostam devido as especiarias utilizadas no preparo e sendo assim, a maioria das receitas são apimentadas. Quem chega a Bangkok, percebe que os melhores restaurantes estão situados dentro dos hotéis de luxo. A Natalia, separou alguns restaurantes que gostou de conhecer e a lista contém dicas de rooftops, bares localizados no topo dos prédios.

BISCOTTI – Cozinha italiana em um dos hotéis mais luxuosos de Bangkok – Four Seasons. Comida maravilhosa, ambiente chique e serviço ótimo (preço bom).

NEW YORK STEAKHOUSE – Dentro do hotel JW Marriot. Qualidade da carne incrível, com preços bem internacionais (mais caro).

OCTAVE – Dentro do hotel Marriot. Restaurante com cozinha asiática e serviço satisfatório.

ABOVE ELEVENComida peruana, vista linda e bem localizado.

VERTIGO – Vista 360, um dos mais famosos, no hotel Banyan Tree.

SKY BAR (SIROCCO) Famoso pelo filme “Se beber não case 2”. Situado no segundo prédio mais alto da cidade, são vários ambientes/cozinhas diferentes.

    A última dica da Natália e sobre compras “também recomendo as lojas e o museu JIMMY THOMPSON, estilista tailandês famoso – mais caro que o resto da Tailândia, mas estampas lindas (lojas em todos os aeroportos)”.

    E ai, viajantes, gostaram da segunda parte da coluna dicas do leitor? Espero que essas informações sejam úteis para elaboração do seu roteiro.

PS. Bon Voyage!

Dicas do leitor – Phuket, Tailândia

IMG_0480    Hoje começa mais uma novidade aqui no site, a coluna Dicas do leitor. Seguindo o conceito do cidadão do mundo, esta categoria tem como objetivo compartilhar as experiências de viagens mais recentes do leitor. O PS. Bon Voyage foi criado com a finalidade de promover uma corrente de informações e colaborar com o seu roteiro de diversas formas. O primeiro post, desta coluna, será com uma amiga que passou a lua de mel em alguns países do Sudeste Asiático. A Natalia Melo é aquele tipo de pessoa que antecipa tendências, no caso para viagens. Muito ligada ao tema, desde nova, e aficionada por novidades, possui em seu currículo dicas de lugares inesperados. Ela também compartilha da minha teoria, conhecer novos restaurantes é uma forma de agregar valor cultural a uma viagem. Somando todas essas características, nós seremos brindados com suas dicas da Tailândia, o primeiro país que comentará por aqui.

    Sua primeira parada na Tailândia, foi em Phuket. Localizada a aproximadamente 862km ao sul de Bangkok, é considerada a maior ilha do país. Segundo a Nati, há duas opções de hospedagem nesta região,  “Phuket (minha escolha) ou Krabi (não fomos, mas foi bem recomendado). Pelo que entendi, para quem gosta de super hotéis, com estrutura, vale mais a pena se hospedar em Phuket; mas para quem faz questão de uma bela praia, paisagens lindas, e uma estrutura mais tranquila, indico Krabi”. Como estava em lua de mel, contratou uma agência especializada, a Be Happy Honeymoon, para organizar sua viagem. Uma das indicações da empresa foi o hotel só para casais, Sala Phuket. Suas considerações do local não podem ser melhores, “acho que foi o melhor quarto de hotel que já fiquei na vida! Uma piscina bem geladinha (pra aguentar o mega calor), chaise pra relaxar e pra tomar sol, o quarto todo envidraçado, enfim, não precisava sair de lá. O café da manhã era tão bom que valia a escapada, diversas opções de comidas americanas (waffle, panqueca, ovo, etc) e opções tailandesas também (ignorada durante toda a viagem).
 Sem contar a piscina do hotel que era linda e o serviço digno de uma celebridade,muito atenciosos. Os Tailandeses são assim, muito gentis e gostam de servir, praticamente agradecer por te atender. Acredito que seja pela religiosidade do povo”. Phuket é uma cidade extremamente turística, cheia de resorts e muito cara. Segundo a Nati, “há resorts de todo o mundo, diversas redes e para todos os bolsos”.  Sua estrutura é dividida pela área central (downtown) e praias. A praia de Patong Beach é a mais famosa e a que possui mais infraestrutura, restaurantes, bares e baladas. A maioria dos hotéis ficam mais afastados do centro, seu hotel ficava a 45min (de carro) e inviabilizava a visita. De acordo com o que disse, “conversando com outras pessoas que visitaram o centro, elas descreveram como um lugar com opções de restaurantes locais e internacionais, prostitutas, travestis, turistas e atrações para turistas”.

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    Além dos excelentes hotéis, Phuket é muito procurada por ser uma das cidades mais próximas das famosas ilhas Phi Phi Island. Elas Ficaram conhecidas primeiramente pelo filme 007 e, na seguida, o longa “A Praia” foi gravado na principal praia “Maya Bay”. Segundo ela, “Se temos um arrependimento da viagem, foi não ter se hospedado na ilha. Como já queríamos ir para muitos lugares diferentes, achamos que apenas passar o dia seria o suficiente”. Outra recomendação é referente ao horário de chegada e época do ano para ser visitada, “dependendo da época e/ou horário que voce for, a praia não estará tão paradisíaca. Por exemplo, nós resolvemos visitar o local no primeiro domingo do feriado de Ano Novo deles (proporcional ao nosso Carnaval), num dia nublado. Conclusão: parecia que uma excursão da CVC com muitos indianos e chineses. O paraíso estava lotado e com o tempo feio.

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 Algumas recomendações da Nati podem ajudar a finalizar o seu roteiro:

  • Não ir na época de chuvas (Maio a Setembro)
  • Evitar visitar a ilha aos finais de semana, por precaução
  • Tentar chegar o mais cedo possível
  • Evitar ir naqueles catamarãs de 40 pessoas, que é meio farofada. Alem disso, não é barato, o ingresso custa em media US$ 90,00, por pessoa.
  • Procurar se hospedar na ilha – além de várias opções de hotéis, você aluga aqueles barquinhos/canoas (que estão nas fotos) e vai para as ilhas/praias que quiserem, na hora que quiser! Com certeza, voltar, ir e ficar em Phi Phi está nos nossos planos bem em breve.

E ai, viajantes, o que acharam do primeiro post da coluna dicas do leitor? Na próxima semana, a Nati contará sobre Bangkok e outras cidades do Sudeste Asiatico. Espero que gostem!

PS. Bon Voyage!